Eixo capital

Eixo capital

Ana maria campos/anacampos.df@dabr.com.br
postado em 12/11/2017 00:00
 (foto: Marcos Serra/CB/D.A Press)
(foto: Marcos Serra/CB/D.A Press)

Dois ;brasilienses; no comando da PF


O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, nasceu e viveu toda a vida em Brasília, de onde só saiu para atuações nas fronteiras, como superintendente no Maranhão e como adido policial na África do Sul. Ao seu lado, como número dois, ele terá o ex-secretário de Segurança Pública do DF Sandro Avelar, que será o diretor executivo da PF. Os dois são amigos dos tempos do curso de direito da Universidade de Brasília (UnB). Quando Sandro passou no vestibular, Segóvia estava no começo da graduação. Surgiu, assim, uma amizade de duas décadas. Há mais de um ano já desfiliado do PMDB, Sandro voltou à atividade corporativa na categoria. Elegeu-se presidente da Federação dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol). Antes disso, foi duas vezes presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF). Durante o processo de nomeação de Leandro Daiello como diretor-geral, Sandro foi o primeiro colocado numa lista sêxtupla eleita pela classe. A candidatura a deputado federal pelo PMDB em 2014 surgiu depois de Sandro se tornar um dos secretários de Segurança que mais duraram no cargo no DF. Assumiu no governo de Agnelo Queiroz (PT), na onda das nomeações de delegados da PF para as secretarias de Segurança, e manteve uma boa relação com policiais civis e militares. Mas não pretende mais disputar eleições.




AGU pede reconsideração ao TCU para manter policiais e bombeiros na Presidência

A advogada-geral da União (AGU), Grace Mendonça, fez um pedido de reconsideração ao Tribunal de Contas da União (TCU) para manter na Presidência da República 73 policiais e bombeiros militares cedidos pelo GDF. A maioria, 47, está lotada no Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Um PM atua como motorista do presidente Michel Temer e 17 fazem a guarda dos palácios. Pela decisão do TCU, todos deverão retornar aos quadros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros até 3 de dezembro, mas a AGU quer mais prazo para se adequar. A ideia é encontrar uma solução jurídica para remunerar esses servidores sem contar com recursos do Fundo Constitucional do DF ou treinar integrantes das Forças Armadas para substituí-los.



Casos muito excepcionais

Relator do processo que determina a volta de policiais civis e militares e bombeiros aos quadros do GDF, o ministro do TCU Bruno Dantas disse o mesmo não à Presidência da República que havia dado ao governador Rodrigo Rollemberg. Segundo o ministro, essas transferências de servidores das forças de segurança só podem ocorrer em casos muito excepcionais e com ressarcimento ao Fundo Constitucional. A Presidência da República terá mais prazo, mas precisa encontrar uma solução.


Depois da bomba...

O diretor-geral da PF, Fernando Segóvia é fã da série Designated Survivor, da Netflix, que tem Kiefer Sutherland como ator principal. A trama, na segunda temporada, está centrada no presidente Tom Kirkman, que assume o poder depois de um atentado terrorista que dizimou todos os políticos do Congresso e da Casa Branca. Foi efeito de uma bomba quase como a Lava-Jato.



Mandou bem

Os processos de regularização de condomínios do Jardim Botânico e de Vicente Pires estão avançando com a adesão de moradores à venda direta de lotes em área pública comercializados pela Terracap.


Mandou mal

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) vem perdendo aliados com quem dividiu o palanque em 2014, como Cristovam Buarque (PPS), José Antônio Reguffe (Sem partido), Rogério Rosso (PSD) e Joe Valle (PDT).



Defensores da privatização da CEB ganham força com greve

As consequências da greve na CEB levaram o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) a considerar a possibilidade de privatizar a empresa. A paralisação dos empregados tem causado tanto desgaste e transtornos aos consumidores que o governo reavalia a medida que já vinha sendo debatida internamente. Crescem os argumentos de defensores da privatização, como o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Valdir Oliveira.



Força-tarefa de Curitiba quer impedir perdão judicial a políticos como Gim

Em 2019, depois de cumprir três anos de prisão, o ex-senador Gim Argello estará apto a obter o indulto de natal que é concedido pelo presidente da República quando algum réu primário é condenado a até 12 anos de cadeia. É o caso de Gim, que obteve, na semana passada, em segunda instância, a redução da pena de 19 anos, que lhe havia sido imposta pelo juiz Sérgio Moro, para 11 anos e 8 meses no xadrez. Mas a força-tarefa de Curitiba pediu ao Ministério da Justiça o fim do perdão judicial nos casos de corrupção. Entre os que já receberam o benefício estão José Dirceu, Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson, condenados no Mensalão.




Joe nos bastidores

O presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), está afinado com Ibaneis Rocha (PMDB) no projeto de composição de uma chapa contra a reeleição de Rodrigo Rollemberg (PSB). Esse plano incluiria também Jofran Frejat (PR) e Cristovam Buarque (PPS). A ordem dos integrantes da chapa depende de negociações.



Dois candidatos

Pelo andar da carruagem, configura-se uma divisão entre os partidos que fazem oposição ao governador Rodrigo Rollemberg.



Só papos



;O grupo era composto por 5 protagonistas: Frejat, Filippelli, Izalci, Fraga e Alírio. Com um acordo de que o candidato seria um desses. Quando ele, Filippelli, se inviabiliza juridicamente, quer mudar a regra;

Alírio Neto, presidente regional do PTB/DF






;O PMDB terá candidato em comum acordo com os partidos que fazem oposição e querem tirar Brasília do abandono em que se encontra. O Ibaneis chega para somar forças, porque pensa da mesma maneira;

Tadeu Filippelli, pres. licenciado do PMDB/DF



À QUEIMA-ROUPA



Renato Santana (PSD), Vice-governador do DF


Como fica a relação de um vice rompido com o governador?
Respeitosa como sempre foi, com o foco contínuo no trabalho e no cuidado com o que temos de mais precioso, a popula

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