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postado em 15/07/2018 00:00

Alienação


Corrupção, impunidade, mordomias e privilégios são temas que terão grande força nestas eleições. São desvios e práticas que chocam a população, num momento em que as pessoas sofrem com desemprego, renda baixa, violência, escola e saúde pública ruins e falta de perspectivas de futuro. Isso não pode mais ser tolerado, tem de acabar. O povo se sente abandonado e agredido pela condição social em que vive, neste país injusto e desigual. Essa indignação, que beira a revolta, se volta contra os responsáveis por manter este estado de coisas e foi visível no apoio aos caminhoneiros e na alta abstenção em Tocantins. Os políticos têm de acordar de sua alienação, entender o que ocorre, mudar condutas e propor soluções concretas para o país. Sem propostas viáveis e discurso coerente, resta às pessoas ;votar contra;, optando por candidatos populistas, que podem não ter soluções, mas se dizem contra o sistema que ignora o povo, beneficia os ricos e se apoia na corrupção e nos privilégios.

; Ricardo Pires, Asa Sul


Turismo

O Senac, um dos pioneiros em oferecer cursos de guias de turismo em todo o Brasil, ainda ministra em vários estados brasileiros, à exceção do DF, onde, há cinco anos não tem turmas formadas. A justificativa decorre da baixa procura e dos custos elevados de gastos com professores e instrutores. O risco de apagão de guias em Brasília é iminente, com o natural envelhecimento dos atuais profissionais. A falta de motivação pela inexistência de fiscalização, o que favorece a pirataria, que insiste em pegar passageiros no aeroporto, por guias sequer credenciados no Ministério do Turismo. O governo de Brasília, por sua parceria com o Sebrae, poderia apoiar a abertura de novos cursos para guias de turismo, capacitando-os na missão de atrair turistas de outras unidades da Federação e do exterior. Sou guia de turismo desde 2003 e nunca presenciei uma situação como a atual de falta de turmas para a formação de guias.

; Simao Szklarowksy, Asa Sul


Eleições


Meritório o comportamento do médico Jofran Frejat, candidato ao Palácio do Buriti. Entre vender a alma ao diabo e manter a honra, é preferível abandonar a campanha eleitoral a ver seu nome na lama. A política brasileira está viciada. Os partidos políticos mais parecem facções criminosas do que pessoas que se unem em defesa dos interesses coletivos. É vergonhoso o que vem ocorrendo no país. Muita gente luta para chegar ao poder para tirar vantagens pessoais, por meio de esquemas de propina, desvio de dinheiro público e entre outras falcatruas que explicam o grau de subdesenvolvimento em que se encontra o Brasil. Os candidatos ao governo local, bem como à Presidência da República, não merecem a mínima confiança. O histórico da maioria é péssimo. Não há nenhum que tenha realizado algo muito bom em favor do país. Na sexta-feira, li o artigo ;Não ao ;não voto;;, em que a articulista faz ponderações, com muita propriedade, para que não deixemos de votar. Mas daí vem a grande questão: ;Votar em quem?;.

; Márcia Almeida,Águas Claras


Ciro


Não bastasse o alto índice de rejeição do governador Rollemberg, bem como o desastre econômico, social e político gestado nos últimos tempos pelos socialistas/comunistas, nosso governador se atreve a verbalizar que o destemperado pré-candidato a presidente Ciro Gomes seria solução para dirigir o Brasil. Todos sabemos que esse ex-arenista, hoje pseudossocialista, defende com unhas e dentes o nefasto regime cubano e venezuelano. Senhor Governador Rollemberg, Brasília e o Brasil merecem mais!

; Amilton Figueiredo, Asa Sul


Saúde

Muito grande a irresponsabilidade dos pais que levam seus filhos para vacinar. Por vários décadas, o Brasil se viu livre das epidemias de poliomielite, sarampo e outras doenças que causam graves danos, quando não a morte, às crianças. Agora, aparecem uns mentirosos e colocam nas redes sociais que a vacinação provoca autismo em quem é imunizado. Algo absurdo, que deveria ser punido severamente. Pior é ver que muita gente caiu nesse maldito conto do vigário e milhares de crianças estão expostas a doenças sérias. Esse comportamento tem muito a ver com a falta de educação das pessoas e com a ausência de campanhas de esclarecimento que rebatessem os boatos que circulam nas redes sociais. Mas investir no bem-estar da sociedade não é preocupação dos atuais governantes.

; Evaristo Almeida, Jardim Botânico

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