Sr. Redator

Sr. Redator

Cartas ao Sr. Redator devem ter no máximo 10 linhas e incluir nome e endereço completo, fotocópia de identidade e telefone para contato. E-mail: sredat.df@dabr.com.br

postado em 20/08/2018 00:00
Civilidade
Parabéns à Polícia Militar, aos órgãos de segurança do DF e aos integrantes da Força Nacional. Não houve um único ato de abuso de poder, nem de prepotência ou arrogância contra os milhares de manifestantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), na última quarta-feira. Eles estavam na capital em vigília para acompanhar e prestigiar o registro da candidatura do ex-presidente Lula da Silva a presidente da República. Mobilizados em torno da questão polêmica, eles caminharam pelo Eixo Monumental até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um esquema especial de segurança foi montado para limitar acessos. As faixas exclusivas foram liberadas até a meia-noite. E nenhum cassetete saiu do coldre. Uma maravilha. Continuem assim, civilizados.
Ivanir Pereira, Asa Norte

Eleição
Alguém poderia explicar aos eleitores brasileiro de onde saiu o presidenciável Cabo Daciolo? A pluralidade partidária, embora seja um elemento importante da democracia, não merece cenas como as que temos assistidos desde o início da campanha eleitoral. O grupo de candidatos espelha o quanto o país está mal servido de líderes políticos. Mas Daciolo colocou todos no bolso. É algo tão estranho na corrida ao Palácio do Planalto, que imagino o que não seria de município que fosse comandado pelo militar. É espantosa a falta de formação do moço que pretende comandar o país. As legendas partidárias deveriam ter mais cuidado e preocupação com a escolha de seus representantes. Não duvido que ele arrebanhe centenas de votos, mas o Brasil jamais mereceria tê-lo como ocupante do mais elevado cargo da República. Inexoravelmente, seria uma das maiores tragédias que ocorreria em 518 anos de história do país.
Fernando Moreira, Águas Claras

Insegurança
A nova Lei de Proteção de Dados impõe limites às empresas. Acho que chega com atraso. O uso de dados pessoais no país não é só invasivo, mas vergonhoso. Mostra o quanto vivemos em um ambiente inseguro e o quanto as empresas, sem exceção, são figuras perigosas. Outro dia, estava no trabalho, e recebi a ligação de instituição bancária que me oferecia a portabilidade de um empréstimo consignado. A atendente tinha todos os meus dados, desde Carteira de Identidade, CPF, endereço, telefone celular e residencial, conhecia o valor que devo ao concorrente. Quando indaguei como tinha acessado a minha documentação, que um supunha estar sob sigilo, a atendente não sabia explicar. Vejo o quanto estamos expostos a falcatruas. Entendo o motivo de muita gente ser usada como ;laranja; dos corruptos neste país, pois, pelo visto, não há meio para nos preservarmos de tamanha insegurança.
Maria Amélia Vegas, Asa Sul

Saidão
Um por cento dos presos que conseguem liberação para saídas temporárias não retorna às celas do Distrito Federal. É triste, mas é verdade. Essa informação circulou na mídia essa semana e veio do próprio sistema prisional do DF. É pouca gente fazendo baderna depois que sai para passear. Mas os prejuízos que causam são irreparáveis. Tá mais que na hora de se repensar esse modelo de dar folga aos folgados perigosos. Os saidões são legais, mas a forma e os critérios para sua execução precisam ser transparentes e rediscutidos. A liberação é autorizada pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que define as oportunidades de liberdade aos detentos.
Waldemar Silva, Asa Norte

Clima
A umidade relativa do ar no Distrito Federal ainda é considerada preocupante pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) considera crítica no Distrito Federal. Segunda-feira passada, a Defesa Civil declarou estado de emergência em Brasília, após a umidade alcançar o índice mínimo de 12%. Em outras palavras, essa chuva que vem caindo de vez em quando ainda não está resolvendo nada. Acho que população tem que ficar de olho no tempo mesmo com as chuvas ocasionais, como aconteceu na quinta e sexta-feira passadas.
Ana Lúcia Martins, Asa Sul

Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação