Brasil segue em primeiro e com diversos recordes

Brasil segue em primeiro e com diversos recordes

MAÍRA NUNES Enviada especial
postado em 01/09/2019 00:00
Lima ; Desde que sediou os Jogos Parapan-Americanos de 2007, no Rio, o Brasil se manteve hegemônico no quadro de medalhas. Na edição de Lima, a delegação brasileira chegou com o objetivo de bater a campanha de Toronto-2015, quando subiu 257 vezes ao pódio. Duas delas com a nadadora do Rio Grande do Norte Cecília Araújo, então, com 17 anos. Quatro anos depois, Cecília abocanhou seis medalhas. A última delas, ouro nos 100m livre, ontem, foi a 258; do Brasil no Peru.

;Felicidade imensa de saber que o Brasil superou a marca de Toronto, e mais feliz ainda de saber que passamos as 257 medalhas comigo;, celebrou a atleta, que tem limitação dos movimentos em função de uma paralisia cerebral. A marca veio com a quebra de recorde parapan-americano, com 1min08s18. Aos 21, Cecília termina com quatro ouros, uma prata e um bronze. Outro objetivo do Brasil era superar as 109 ouros de Toronto-2015. A façanha ficou por conta da amazonense Mikaela Almeida, campeã do parabadminton na classe SU5.

Apenas o México somou mais medalhas em uma edição, quando sediou o evento, em 1999: subiu 307 vezes no pódio (121 no lugar mais alto). À época, havia mais provas e menos concorrentes.

* A repórter viajou a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro

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