Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 12/07/2014 00:00


Intervenção
no esporte

O governo quer intervir no esporte. Já não bastam o estrago na Petrobras; a privatização das estradas e dos aeroportos; a macroeconomia estagnada; a inflação sem controle; a saúde, a segurança e a educação sucateadas; o descalabro dos gastos astronômicos com a Copa e seus efeitos nefastos; os impostos e o custo Brasil insuportáveis; a corrupção que corrói o poder do Estado de dotar o país de infraestrutura? Só nos resta carnaval, samba e futebol. Se este último ficar nas mãos do governo, certamente ficaremos órfãos da pouca alegria que ainda nos resta. Esqueceu-se o ministro Aldo Rebelo de que, entre tantos paises, o Brasil já conquistou o quarto lugar, podendo ficar em terceiro. Será que ele acha pouco? Transformar o resultado de um único jogo em motivo para estatizar o futebol é, no mínimo, falta do que fazer. Acorda, Brasil! Acorda, ministro!
; Antonio Pova,
Taguatinga

Copa

O futebol virou um esporte perigoso entre brasileiros e argentinos. A rivalidade está ultrapassando as fronteiras da civilidade, com manifestações até de bullying e provocações antissociais, em detrimento do que deveria ser uma confraternização, não uma guerra. Em outros esportes ditos de contato físico, como lutas marciais, não se observa tanta rivalidade e violência como nos estádios. Não deveria haver violência nos gramados nem fora deles, pois se trata de um esporte de entretenimento, o que não está ocorrendo. A animosidade entre brasileiros e argentinos está saindo para extracampo. A persistir tal situação, daqui a alguns anos os povos de ambas as nações correm o rico de se detestarem, sem atentar para o fato de sermos vizinhos e irmãos. Não podemos permitir que um esporte destrua isso. Chega de provocações tolas, vamos ser educados. Basta observar a sociedade alemã: apesar da avassaladora goleada sobre o Brasil, os jogadores alemães e seus compatriotas agiram com respeito aos brasileiros.
; Manoel Soares,
Planaltina

; A segurança nas arenas dos dois jogos que restam para encerrar a Copa do Mundo tem que ser implacável com os predadores. Em alguns jogos, notadamente nos da Argentina, muitas cadeiras foram inutilizadas. Isso não mais pode acontecer. Chega de impunidade! Precisamos adotar rigor padrão Fifa. Os vândalos têm que ser presos e indenizar em dobro os danos, ou eles vão se tornar rotina. É preciso extirpar essa semente do mal, antes que se propague, a exemplo do que acontece com a endêmica corrupção brasileira.
; Humberto Schuwartz Soares,
Vila Velha (ES)

; Há sete anos, no discurso proferido na Fifa, quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa, Lula disse: ;Vamos realizar uma Copa para argentino nenhum colocar defeito;. Acertou: os argentinos estão muito alegres em disputar a final, enquanto nós, brasileiros, vamos amargar com o nosso futebol sofrível, além de pagar, durante os próximos anos, os custos bilionários e superfaturados de 12 estádios, dos quais metade é totalmente ociosa. É o legado da Copa, tão anunciado pelo governo.
; Cid Lopes,
Lago Sul

; ;Mostra a tua força, Brasil.; ;Imagine a festa.; ;#tamoconectado.; ;#jogapramim.; ;Ouse ser brasileiro.; Esses foram alguns dos bordões usados pelos patrocinadores da Copa do Mundo ou da Seleção Brasileira nos últimos 45 dias, para tentar aproveitar o momento do Mundial e engajar-se com o torcedor, pegando carona no desempenho do time brasileiro em campo. Mas, de repente, tomaram aquele remédio e todos sumiram? Ou seja, vão ser patriotas assim lá nos bancos!
; Alice Baruk,
São Paulo (SP)

Esperança

O governo perdeu o rumo. Não é invenção de adversário. O Brasil caminha para uma recessão. Não há como dizer o contrário. Derreteram o Plano Real. A indústria perdeu o fôlego. O PIB está cada vez mais minguado. A inflação, em disparada, com os preços aumentando nos supermercados. O quadro é desolador. O trabalhador convive com o endividamento. O governo pensa na reeleição e joga palavras ao vento. Próximo está outubro. Será a chance de mudança. Que o eleitorado vote com consciência. Essa é a grande esperança.
; Jeovah Ferreira,
Taquari




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