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postado em 05/01/2019 00:00
Vazamento da Petrobras chega a 4,9 mil litros

A Petrobras informou que fez uma nova estimativa do vazamento de óleo no mar, na Bacia de Campos, a 130km da costa do Rio de Janeiro. O volume, inicialmente calculado em 1.400 litros, já subiu para pelo menos 4.900 litros. Segundo a estatal, a mancha de óleo foi reduzida em cerca de 80% até quinta-feira à noite e não tem possibilidade de chegar às praias. A companhia declarou que o vazamento foi contido na quinta-feira, em cerca de 24 horas a partir de sua detecção. ;A unidade já se encontrava com a produção interrompida desde julho de 2018, para processo de descomissionamento (desativação da unidade);, informou a Petrobras.


Aéreas lançam novos linhas neste ano


Azul e Latam Airlines Brasil anunciaram ontem o início da venda de bilhetes aéreos para novos destinos. A Latam começou a comercializar passagens para Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Anunciou também o aumento de quatro para cinco na frequência para Boston (EUA). A operação terá início em 1; de abril, com voos três vezes por semana. E a Azul inicia, na segunda-feira, a venda de passagens com destino a Aracati, no Ceará, seu 103; destino doméstico. Os voos começam a ser operados em 26 de fevereiro, tendo Recife, como principal centro de conexões no Nordeste.


Indústria: preços caem em novembro

Os preços da indústria fecharam o mês de novembro com deflação (inflação negativa) de 1,54%, resultado inferior ao -0,68 de outubro. Essa foi a maior queda de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2014. Os dados fazem parte da pesquisa relativa ao Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, apesar da queda, na passagem de outubro para novembro houve variações positivas de preços em 11 das 24 atividades, contra oito relativas ao mês anterior. O IPP mede a variação dos preços dos produtos na porta das fábricas, ou seja, sem incidência de impostos e frete.


Inflação para os de menor renda sobe

O Índice de Preços ao Consumidor ; Classe 1 (IPC-C1), que diz respeito às famílias de menor renda (um a 2,5 salários mínimos) fechou o mês de dezembro com alta de 0,32%, ficando 0,57 ponto percentual acima da taxa de novembro, quando o índice apresentou deflação de 0,25%. Com o resultado, o indicador fechou o ano passado com alta acumulada de 4,17%. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Os dados indicam que a alta de 0,32 relativa ao IPC-C1 de dezembro reflete aceleração de preços em seis das oito classes de despesa componentes do índice, com destaque para habitação, grupo que saiu de uma deflação de 1,10% para uma alta de 0,10%; alimentação (de 0,34% para 0,83%); saúde e cuidados pessoais (de -0,17% para 0,29%); e vestuário (0,14% para 0,70%).




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