Grita do consumidor

Grita do consumidor

postado em 19/09/2016 00:00
NET
Problemas para cancelar plano

Rodrigo Reis, Asa Norte

O leitor Rodrigo Reis, 21 anos, entrou em contato com a equipe do Correio para relatar o problema que está tendo para cancelar o plano de internet da NET. No último mês, não satisfeito com os serviços oferecidos pela empresa, Rodrigo cancelou, por telefone, o serviço e marcou a data para a entrega dos aparelhos. Depois disso, passou a receber até 15 ligações da empresa em um só dia. E, sempre que atendia, a chamada caia. ;Um dia, no trabalho, consegui falar com a atendente, que me questionou sobre o motivo de querer cancelar. Eu a interrompi dizendo que, na verdade, eu já havia cancelado o serviço. Ela disse, porém, que, nos registros, essa informação não constava;, relata. No fim do dia, Rodrigo entrou em contato novamente com a NET e cancelou o serviço mais uma vez. No mesmo mês, o leitor recebeu a conta parcial com os dias de serviço usado antes do cancelamento; porém, no mês seguinte, outra conta cobrava o valor total do serviço já cancelado. ;Após isso, fui ao Procon e registrei a reclamação. A NET entrou em contato comigo novamente e retirou os equipamentos, mas, até o momento, não recebi o e-mail confirmando o cancelamento, o que me faz temer que, no próximo mês, eu receba outra conta cobrando o serviço cancelado;, relata.

Resposta da Empresa
Em resposta, a NET informou que ;em contato com o cliente, esclareceu as dúvidas;. Eles afirmam que a operadora está disponível para qualquer outro esclarecimento.

Comentário do leitor
Rodrigo informou que, de fato, a empresa ligou para ele. Mas, que ainda está à espera de um documento formal da NET confirmando o cancelamento da conta e o nada consta no CPF do cliente. De acordo com o Procon-DF, esse documento poderia chegar por e-mail ou via Correio. No entanto, Rodrigo foi informado pela empresa que eles não agem dessa forma e só entregam os comprovantes diretamente para o Procon. Por conta da ausência do documento, o problema ainda ficará em aberto.


Vivara
Pulseira com fecho quebrado

Amanda Ferreira, Asa Norte

A leitora Amanda Ferreira relata um problema com a loja Vivara do Brasília Shopping. Ela conta que, em 12 de setembro, dirigiu-se ao local para resolver um problema na trava de uma pulseira. Inicialmente, a vendedora pediu a garantia, mas, quando Amanda comprou a pulseira, a garantia não era dada em papel, ela poderia ser acessada pelo CPF do comprador, no próprio sistema da loja. A vendedora informou que a loja não fazia mais isso e falou para a cliente: ;você que ache a garantia;. Apesar da situação, Amanda disse que estava disposta a pagar o conserto, mas, ainda assim, não conseguiu uma solução, por conta do impasse da garantia. ;Não é a primeira vez que tenho problemas na loja. Essa é a segunda pulseira que dá o mesmo problema. A trava não para de abrir. Da primeira vez, paguei R$ 40 e a loja me deu uma nova pulseira ; e olha que ela estava na garantia e, ainda assim, precisei pagar.; Amanda enfatizou que o atendimento da vendedora foi péssimo e mal-educado. Ela saiu da loja sem resoluções.

Resposta da empresa
A gerente em exercício da Vivara do Brasília Shopping, Luciana Fonseca, explicou que a política de garantia da loja mudou, desde o ano passado, para que as informações dos clientes fossem protegidas. Ela explica que, de fato, as notas fiscais eram mantidas no CPF do comprador. Mas, para não ter riscos de terceiros verem informações de compra anteriores do cliente, agora, a nota é emitida em papel. No caso de Amanda, Luciana afirma que poderia abrir uma exceção. A cliente pode ir à loja do Conjunto Nacional ou na do Brasília Shopping e mostrar o seu RG e o CPF do comprador da pulseira. Uma nova nota fiscal será emitida, desta vez em papel, e uma nova pulseira será entregue à cliente. Isso para evitar que Amanda passe por mais transtornos. A gerente esclarece que essa não é a política normal da loja, o correto seria que comprador fosse até a loja e ele mesmo fizesse a troca. ;Não é uma questão de não acreditarmos no cliente, mas sim de proteção dos dados e CPF do comprador.;

Comentário do leitor
A leitora sentiu-se satisfeita com a resposta, mas ainda não pôde ir à loja. Quando for, espera ter o problema resolvido, como prometido.


Correios
Extravio de celular

Lucilaine dos Santos Pessoa, São Sebastião

A leitora Lucilaine dos Santos Pessoa, 27 anos, conta que comprou um celular em Brasília para a irmã e enviou para o Piauí. O atendente dos Correios errou e colocou que o valor do aparelho era R$ 53, sendo que ele custou mais de R$ 800. A consumidora só descobriu isso porque o pacote foi extraviado e, segundo ela, os Correios só querem ressarcir R$ 53. Ela conta que o próprio atendente mandou WhatsApp informando do erro, mas depois desistiu de ajudá-la.

Resposta da empresa
Os Correios tentaram apurar o caso da leitora, porém, sem o código de rastreamento da encomenda, não conseguiram encontrar o problema. Assim que o Correio Braziliense obteve o código e enviou à empresa, eles garantiram que resolverão o caso, assim que se inteirarem do problema.

Comentário do leitor
Lucilaine também se dirigiu à loja a qual foi atendida e o gerente disse que resolveria, mas que teria que esperar o atendente, que cometeu o erro, voltar de férias. Até agora, Lucilaine não recebeu nenhuma resposta ou solução para o caso.


SERRANA MATERIAIS
Problemas em condomínio

Alberto Oliveira, Paranoá

O leitor Alberto Oliveira, 81 anos, morador do Condomínio Mini Chácaras, entrou em contato com a equipe do Grita do Consumidor para reclamar de problemas que uma empresa tem causado aos moradores do local. Ele alega que a Serrana Materiais alugou três lotes, que são áreas residenciais, para usá-los para guardar material de construção. Há sujeira, barulho e problemas ocasionados pelos caminhões da empresa no asfalto do condomínio. Isso tem incomodado o leitor e alguns vizinhos.

Resposta da empresa
A reportagem ligou várias vezes para a Serrana Materiais e, ainda assim, não obteve respostas.

Comentário do leitor
O leitor Alberto Oliveira reclamou ainda mais da empresa. Afirmo

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