Amauri Segalla - Mercado s/a

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"A lista de ações criminosas é liderada por essas correntes, que surrupiaram o dinheiro de 55% das vítimas totais dos esquemas"

postado em 05/12/2019 00:00



Brasileiros sofrem com pirâmides financeiras


Uma pesquisa realizada em conjunto pelo Sebrae, SPC Brasil e CNDL mostra por que a educação (ou a falta dela) financeira é um obstáculo para o desenvolvimento do país. Segundo o estudo, 11% dos usuários de internet no Brasil já perderam dinheiro em esquemas fraudulentos. O dado é espantoso, por escancarar os riscos a que estão expostos os investidores. A lista de ações criminosas é liderada por pirâmides financeiras, que surrupiaram o dinheiro de 55% das vítimas totais dos esquemas. Seis em cada 10 entrevistados afirmaram que não recuperaram os valores perdidos, dos quais 35% já desistiram de receber o dinheiro. ;Três fatores costumam andar juntos: o excesso de confiança, a ganância ou a ingenuidade do investidor, aliada à negligência para checar a veracidade das informações, o que acaba facilitando a ação dos fraudadores;, diz José César da Costa, presidente da CNDL.




Streaming da Amazon vai investir em produções brasileiras

Dona da plataforma de streaming Prime Video, a Amazon tem planos ambiciosos para o Brasil. Para aproveitar o embalo do forte crescimento do mercado nacional, a empresa decidiu investir em seis produções locais. Entre elas, um reality show, que terá o cantor Pablo Vittar como comentarista. O streaming brasileiro está atraindo a atenção das líderes do setor. Recentemente, a Netflix anunciou o investimento de R$ 350 milhões em produções brasileiras.



Young Living estreia no Brasil


A americana Young Living, com receitas globais de US$ 2 bilhões, presença em 150 países e um exército de 6 milhões de revendedores, estreia nesta semana no Brasil. A empresa de óleos essenciais tem um modelo de negócios parecido com o de companhias como Herbalife e Amway, que consiste em pagar comissão sobre os produtos vendidos para os consultores. Fundada há 25 anos em Utah, a Young Living está de olho no setor brasileiro de beleza e cuidados pessoais, que movimenta R$ 110 bilhões por ano.


Camil quer reforma tributária para acelerar aquisições

Alguns setores estão passando por um intenso processo de consolidação. Segundo Luciano Quatiero, presidente da Camil, uma das maiores processadoras de alimentos da América do Sul, nos últimos 10 anos, o número de empresas deste segmento caiu de 800 para 250 no Brasil. O indicador revela que apenas os mais fortes vão sobreviver. Quatiero aposta na reforma tributária. ;Com ela, faríamos uma consolidação mais rápida, já que as distorções tributárias tornam o custo de aquisição maior.;


99 milhões
de pessoas usam o WhatsApp no Brasil, o que faz do país o segundo maior mercado da plataforma, atrás apenas da Índia, com 340 milhões de participantes



;Não é questão de ser fintech ou ser banco, todo mundo vai ter que ser digital. A questão é entender onde usar a tecnologia para melhor atender o cliente;
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central



Rapidinhas

; Se o varejo comemorou nesta semana a melhor Black Friday da história, a indústria também tem motivos para se animar. Ontem, o IBGE informou que a produção industrial cresceu 0,8% em outubro, na comparação com setembro. Foi o terceiro avanço consecutivo do indicador e o maior para o mês desde outubro de 2012, quando a produção subiu 1,5%.

; A safra de bons indicadores também chegou aos supermercados. Em outubro, as vendas cresceram 5,78%, na comparação com o mesmo mês de 2018, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Nos 10 primeiros meses do ano, o setor avançou 3,48%, ante igual período do ano passado.

; A edição 2020 do Super Bowl, evento esportivo de maior audiência dos Estados Unidos, será a mais rentável da história. Programada para 2 de fevereiro, a final da NFL já tem todos os seus espaços publicitários vendidos com dois meses de antecedência, o que jamais havia ocorrido. A Fox cobra US$ 5,6 milhões por comerciais de 30 segundos.

; Sergey Brin e Larry Page, respectivamente presidente e CEO da Alphabet, holding controladora do Google, vão deixar o comando da empresa. Os dois fundaram o portal de buscas em 1998, quando eram estudantes de ciência da computação da Universidade Stanford. Apesar de deixar seus cargos, eles continuam a integrar o conselho.




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