Babel candanga

Babel candanga

Brasília vai receber sete jogos do Mundial, e os estrangeiros que moram na capital do país já se preparam para ver sua seleção em campo

postado em 08/06/2014 00:00
 (foto: Antonio Cunha/CB/D.A Press - 28/5/14)
(foto: Antonio Cunha/CB/D.A Press - 28/5/14)

Há seis meses, desde que foram definidas as chaves da Copa, torcedores aguardam ansiosos pelo dia em que a seleção de seu país jogará no Mané Garrincha. Serão sete partidas em Brasília, quatro na primeira fase. Além dos anfitriões, fãs de sete países terão a chance de ver os compatriotas em ação. Da Europa, suíços e portugueses. Da África, ganeses, camaroneses e marfinenses, além dos vizinhos da Colômbia e do Equador.

A Suíça será uma das protagonistas do primeiro jogo no Mané, diante do Equador. Motivo de empolgação do empresário Xavier. ;Nunca imaginei ver a Suíça em Brasília. Torci muito no dia do sorteio;, relembra. Ele será rival de Juan Gabino em 15 de junho. O equatoriano acha que a equipe pode surpreender no grupo que tem a França como favorita.

A presença em Brasília anima os africanos que moram na cidade. O embaixador da Costa do Marfim no Brasil, Kotty François, aposta numa grande campanha de seu país: ;Didier (Drigba) será o artilheiro do Mundial;. O camaronês Arthur Nnang também é otimista. ;Vamos ganhar de 3 x 1 do Brasil;, prevê o doutorando da Universidade de Brasília. Menos empolgado é o ganês Jacob Johnson, que lamenta a chave em que o país caiu. ;O grupo é difícil, os favoritos são Alemanha e Portugal;, analisa.

Para o colombiano Jaime Martínez, a Copa ficou um pouco mais triste após a contusão de Falcao Garcia, mas ele vai acompanhar o time contra a Costa do Marfim. O medo de perder o craque do time assusta o português Alfredo Filipe, que acredita na participação de Cristiano Ronaldo desde o primeiro jogo. ;Vai estar bem, ele é um jogador muito forte;, torce.



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