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postado em 08/09/2014 00:00

Educação
Pesquisa põe o Brasil em topo de ranking de violência contra professores. Em enquete da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram serem vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. A valorização dos professores é elemento-chave para desenvolver os sistemas educacionais. Porém, as autoridades governamentais deste país nos dão a impressão de que não pensam dessa forma, apesar do discurso de que a educação tem que ser de qualidade. Ao nos depararmos com o apurado pela OCDE, índice mais alto entre 34 países pesquisados, dá vergonha. A conclusão da pesquisa é que os professores gostam do trabalho, mas não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral.
; Jeferson Fonseca de Mello,
Águas Claras


Perguntas de eleitor

Srs. candidatos, quero e desejo saber qual conduta terão nos casos comprovados de desvio de dinheiro público por políticos. Mandarão investigar rigorosamente? Doa em quem doer, mesmo que o acusado seja do seu grupo sanguíneo (amigão)? Exigirão a devolução da grana ou dos bens aos cofres da União e lutarão pela prisão do réu? Mostrarão claramente todos os gastos da Presidência com nosso dinheiro? Mostrarão todos os dados encontrados em averiguações policiais, incluindo discos rígidos encontrados em dependências de acusados? Ajudarão países simpáticos (para alguns), enquanto seus irmãos pobres padecem em hospitais (no chão ou em macas, jogados no corredor)? Gastarão grana pública em divertimentos, coisas pouco importantes, ou em áreas essenciais, como saúde, educação, presídios? Querem mesmo ajudar o país, o povo ou o bem-estar próprio e dos seus? Desejam ficar no poder temporariamente ou indefinidamente? Respondam-me com urgência, por favor, para que eu possa dirigir meu voto.
; Ney Maciel Brabo,
Santos (SP)


Marina
Há sempre um mequetrefe frustrado de plantão, aqui e acolá, que procura desqualificar Marina Silva, de forma leviana. Sou ;marineiro; de primeira hora, com toda a honra! Em 16 de fevereiro do ano passado, assisti ao lançamento do projeto de criação da Rede Sustentabilidade, que, por perseguição do PT, não se viabilizou. O evento cívico ocorreu aqui em Brasília, e somente naquela oportunidade conheci Marina pessoalmente. Porém, há muitos anos comecei a observá-la, analisando-a sempre que informações sobre ela chegavam ao meu alcance ; inclusive as que davam conta da sua bela e nobre vida pessoal. Ao ouvi-la recentemente, já no curso da campanha à Presidência da República, senti-me mais seguro ainda com respeito a minhas convicções, quando disse querer governar por somente quatro anos, porque irá empenhar-se determinantemente para, inclusive, desconstitucionalizar o instituto impatriótico, vergonhoso e nefasto da maldita reeleição.
; Raimundo Soares Aragão,
Taguatinga


Piada de mau gosto
Ainda adolescente, aprendi que a generalização é burra. Seria o bastante para detestar piadas monotemáticas, como as de sogra. E como toda generalização é burra, lógico que rio de algumas. Foi o que fiz ao parar num sinal e ler o bilhetinho do garoto que queria vender amendoins. Ele tinha pressa. Colocava dois saquinhos, grampeados com o pequeno papel no qual estavam os dizeres fazendo rir e pedindo ajuda, pendurado em cada retrovisor, ao longo da fila de carros, e voltava rápido para recolher. Dei a grana pedida, guardei os amendoins e fui adiante, pensando na boa sacada do garoto. As más surpresas vieram depois. Num sinal, em mais outro, outro, outro; A cena era a mesma, mudava o garoto. Aí caíram a ficha e a indignação: alguém está explorando o trabalho dessa gente, menores e moradores de rua! Num grande negócio, espalhado, pelo menos, por todo o centro de Brasília, por onde passo diariamente. Será que a polícia não percebe? Ou eu é que ainda acredito em polícia e Papai Noel?
; Ana Lúcia Ferreira,
Octogonal

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