Grita geral

Grita geral

grita.df@dabr.com.br (cartas: SIG, Quadra 2, Lote 340 / CEP 70.610-901)

postado em 06/07/2017 00:00
Sobradinho
Ruas esburacadas

Geraldo Nascimento reclama dos buracos que tomam as ruas de Sobradinho. Ele conta que o problema vai além das quadras residenciais, uma vez que mesmo as principais ruas da região estão com o asfalto em péssimo estado. Mesmo quando a Administração Regional toma alguma atitude, diz o leitor, ela se limita a tapar os buracos. ;São tantos remendos que os carros pulam;, relata. Geraldo acredita ser imprescindível um recapeamento total dos asfalto e cobra uma atitude da administração.

; A Administração de Sobradinho respondeu em nota que tem ciência do problema e garantiu que tem acompanhado de perto os pedidos da população. Disse estar fazendo um levantamento de todos os pontos de Sobradinho que precisam passar pelo recapeamento. Quando ficar pronto, o projeto será encaminhado à Secretaria das Cidades para que possa ser repassado a todos os outros órgãos competentes. A Administração alega também que, enquanto esse processo se desenrola, está resolvendo situações pontuais com a operação tapa buraco.




Setor de Embaixadas
Invasões e acúmulo de entulho

Bayarde Camargo reclama do abandono que presenciou no Setor de Embaixadas Sul. Segundo ele, é possível encontrar ;uma favela em constante expansão; ao lado da Embaixada da China. Bayarde conta que, apesar do assentamento ser irregular, sequer com vias de acesso, o governo tem provido água e energia, incentivando a permanência dos invasores. Relata também que, do outro lado da embaixada chinesa, há um grande acúmulo de lixo e entulho e que as ruas do setor estão em péssimo estado. ;Brasília, sendo a capital federal, deveria ao menos dar atenção ao setor responsável por receber nossos visitantes;, pondera.

; O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) assegurou que enviará hoje uma equipe ao local para vistoriar e providenciar a limpeza. A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis), por sua vez, diz ter conhecimento da invasão e que se trata de ocupação antiga. O órgão alega que, em 2015, realizou operação de desobstrução do local, erradicando todas as novas edificações. Garantiu que o assentamento segue sendo constantemente monitorado e não é constatado crescimento. Mas não fala em novas remoções.




Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação