High-tech brasileiro

High-tech brasileiro

postado em 09/09/2018 00:00
 (foto: Editora UnB/Reprodução)
(foto: Editora UnB/Reprodução)
Lucio Costa disse: ;O construtor, no mais amplo e criativo sentido da palavra.; Brasília provocou muita polêmica em razão dos aspectos funcionais ou desfuncionais da arquitetura de Oscar Niemeyer. No entanto, a nova capital modernista forjou também um arquiteto-inventor, arquiteto-tecnológico, arquiteto-fabricante, arquiteto-humanista atento, simultaneamente, ao conforto, à comodidade e à qualidade de vida dos que habitaram os prédios que construiu.

O nome de guerra Lelé estabelece, imediatamente, uma intimidade. Parece que ele é nosso amigo de infância muito chegado. É uma herança dos tempos em que jogava peladas na escola, no Rio de Janeiro. Atuava na mesma posição de um craque do Vasco da Gama nesta época, artilheiro do campeonato carioca de 1945, que se chamava Lelé.

O diplomata e crítico de arquitetura André Correa do Lago sentenciou: ;Ele inventou um high-tech essencialmente brasileiro;. Em Brasília, realizou o prédio do Minhocão, em parceria com Oscar Niemeyer; os prédios residenciais das quadras 108 e 109 Sul, os primeiros da nova capital; os edifícios da Rede Sarah, em tabelinha com Athos Bulcão; e o Beijódromo, com Darcy Ribeiro. (SF)



A casa na obra de João Filgueiras Lima ; Lelé

De Adalberto Vilela. Editora UnB. Número de páginas 467. Preço sugerido: R$ 180.



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