Sr. Redator

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postado em 13/03/2019 00:00
Marielle
Até que enfim, foram identificados dois executores da vereadora Marielle e de seu motorista, Anderson. Independentemente das posições ideológicas das vítimas, seu status político e /ou sua condição social, impõe-se descobrir, também, os eventuais autores intelectuais ou mandantes desses bárbaros e covardes assassinatos que chocaram e comoveram o Brasil, repercutindo negativamente na imprensa internacional. Nada obstante o considerável atraso da parcial elucidação do caso, parabenize-se os órgãos policiais incumbidos dessa missão, reconhecidamente de natureza complexa.
; Francisco Fernando de Souza,
Asa Norte


Dídimo Paiva
A imprensa sofreu grande perda com a morte do jornalista Dídimo Paiva, aos 90 anos, em Belo Horizonte. Dídimo trabalhou em diversos jornais. Mas se destacou no Estado de Minas, tendo sido responsável pelo noticiário nacional e internacional, pela primeira página e pelos editoriais. Democrata visceral, liberal e defensor da liberdade de imprensa, Dídimo se sobressaiu durante o regime militar pela veemente defesa das liberdades civis, mas sem jamais se filiar a partido político ou corrente ideológica. O partido de Dídimo era a defesa da democracia, da liberdade de imprensa e dos direitos civis. Ele presidiu o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, de 1975 a 1978, época em que os sindicatos eram muito visados. Eu o visitei há cerca de um ano e ele vivia bem, com dignidade, mas modestamente com aposentadoria do INSS. Então, a esposa, Cidinha, lembrou que ele tinha sido cogitado para ministro do TST e outros cargos públicos, mas nunca aceitou, sua vida era o jornalismo ético e não queria servir a dois senhores. Sua história é um exemplo para os jornalistas mineiros e de todo o país.
; Ricardo Pires,
Asa Sul


Editoriais
;País precisa de liderança;. É realmente paradoxal a Visão do Correio Braziliense (7/03/2019), ao fazer vista grossa aos anos de desgoverno do PT na economia, saúde, educação, infraestrutura, aparelhamento do estado, roubalheira nas estatais, uso do BNDES em favor de ditadores sanguinários mundo afora, etc. As consequências dessas espúrias práticas petistas, estamos hoje pagando às custas dos mais de 13 milhões de desempregados, falência de pequenas, médias e grandes empresas, fuga de investidores externos, mortandade de responsabilidade da Vale, estados e municípios quebrados e de pires na mão, leniência do judiciário com os criminosos do colarinho branco. É no mínimo incoerente esse importante periódico vir a público cobrar do governo que mal se inicia a superação de todas as mazelas do populismo fanático e degradante da era lulopetista, cujas principais lideranças atualmente encontram-se nos presídios ou de tornozeleiras eletrônicas!
; Amilton Figueiredo,
Asa Sul


; Lendo o editorial do Correio (10/03/2019), me deparei com um comentário deplorável. O articulista escreve ;pena que a educação no país venha sendo tratada com viés ideológico, em que é mais importante os alunos cantarem o Hino Nacional do que aprenderem o português corretamente;. Fico indignado ao ler essas asneiras. Todos nós, eleitores do Sr. Bolsonaro, sabemos que todos os esforços serão feitos e as medidas serão tomadas para resgatar a qualidade da educação brasileira, vilipendiada por desgovernos anteriores. Apesar de a imprensa, Correio inclusive, estar tentando de todas as formas inviabilizar esse governo, essa meta será alcançada. Nós, cidadãos patriotas, entendemos as medidas tomadas pelo ministro da Educação. E concordamos totalmente com a opinião de que é necessário resgatar o patriotismo perdido e demonizado nesses últimos anos, pois toda a imprensa e a esquerda desse país associa patriotismo com ;coisa de militar; e, como o militar é vilão, cantar o Hino nas escolas não pode. Visão tendenciosa de quem não quer ver o Brasil ser resgatado.
; Juliu Toth Filho,
Brasília


Aborto
Venho cumprimentar a jornalista Cida Barbosa pelo lúcido artigo ;Uma causa nefasta;. Nada, absolutamente nada, justifica esse caminho que o Brasil está tomando rumo ao extermínio de vidas inocentes. Lastimável que entre os defensores dessa brutalidade inominável estejam mulheres que dizem defender a liberdade de dispor do seu corpo. Liberdade... à custa de anjinhos.
; Joares Antonio Caovilla,
Asa Norte

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