Mercado s/a

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amaurisegalla@diariosassociados.com.br
postado em 18/06/2020 00:00
 (foto: John Macdougall/AFP)
(foto: John Macdougall/AFP)

Brancos dominam publicidade em redes sociais
As ações publicitárias em redes sociais priorizam brancos. É o que mostra um estudo realizado pela agência SA365, que analisou 5.261 posts no Facebook e Instagram feitos por 20 dos principais anunciantes brasileiros em 2019. Segundo o levantamento, os brancos estão presentes em 87% das publicidades, contra 34% dos negros (a soma dá mais de 100% porque a pesquisa considerou aparições de ambas as raças simultaneamente). Se no Brasil as iniciativas para a inserção social dos negros ainda não contam com o apoio expresso de muitos setores, nos Estados Unidos a história começa a mudar. Reed Hastings, fundador da Netflix, anunciou que doará US$ 120 milhões (mais de R$ 600 milhões) para um fundo de ajuda a faculdades que, de alguma maneira, estão ligadas à luta antirracista. ;Tive o privilégio de desfrutar de uma ótima educação e quero que a juventude negra também tenha;,
afirmou o executivo.

Microsoft abre centro de capacitação no Brasil
A americana Microsoft inaugurou, ontem, em São Paulo, um espaço para a capacitação de desenvolvedores de startups e empreendedores da área de tecnologia. Fruto de parceira com a empresa brasileira de treinamentos Distrito, a iniciativa é a primeira desse tipo na América Latina. O projeto é ambicioso. Segundo a Microsoft, a ideia é que o Brasil se torne, em pouco tempo, referência na área tecnológica do continente, atraindo, inclusive, estrangeiros para o projeto.

Bombril é acusada de racismo
É surpreendente como, em pleno século 21 e na era das redes sociais, algumas empresas ainda cometem deslizes. Ontem, um dos assuntos mais comentados no Twitter foi o lançamento, pela Bombril, de uma esponja inox para limpeza pesada chamada ;krespinha;. Como era de se esperar, a empresa sofreu uma avalanche de críticas na internet, sendo acusada de racismo pela inevitável associação com cabelos crespos. Pressionada, a companhia acabou retirando o produto do catálogo.

RecargaPay contrata na crise
Mais uma companhia anuncia contratações em plena crise do coronavírus. A RecargaPay, fintech de pagamentos por celular, anunciou que tem vagas abertas para as áreas de finanças, desenvolvimento de produtos e tecnologia. A empresa também informou que adotará o home office até o final do ano, com a possibilidade de manter seus 280 funcionários em casa permanentemente. Para garantir algum conforto aos colaboradores, a empresa bancou a compra de cadeiras ergonômicas.

Rapidinhas
; O Grupo Eleva Educação, que tem como principal investidor o empresário Jorge Paulo Lemann, pretende se dedicar nos próximos dias a um novo projeto. A empresa vai oferecer nas redes sociais, por meio do seu programa ;Espaço de Ser;, conteúdos gratuitos para professores da rede pública e particular. O material será publicado no Instagram, Facebook e YouTube.


; O presidente de uma construtora proibiu sua secretária de agendar lives. ;Recebo, no mínimo, dois pedidos por dia para participar desses encontros virtuais;, diz. ;No começo era legal, mas a coisa ficou massacrante. A turma exagera. As pessoas têm mais o que fazer do que passar o dia inteiro na tela de um computador.;


; A Apple é uma máquina de fazer dinheiro. Apesar da crise do coronavírus e da queda global da venda de smartphones, as ações da empresa da maçã subiram 15% em 2020, enquanto o S 500, príncipe índice do mercado acionário dos Estados Unidos, caiu 5%. A Apple tem valor de mercado de US$ 1,5 trilhão.


; O governo publicou, no Diário Oficial, uma importante medida de desburocratização. A partir de agora, será possível assinar, via on-line, documentos que terão o mesmo valor legal que o papel, inclusive atestados e prescrições médicas. O sistema foi inspirado em modelos digitais adotados em diversos países europeus.

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