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postado em 27/05/2015 00:00
Acordo da China

Em relação ao recente acordo entre o Brasil e a China, em que o país asiático totalitário investirá bilhões em infraestrutura, tenham certeza de que isso será negócio da China para os chineses, que, ao contrário do nosso país, não dão dinheiro de graça para ninguém. Ao mesmo tempo, o governo reservará R$ 30 bilhões ao obscuro BNDES, grande parte do dinheiro que poderia ser utilizado para as mesmas obras. Sem contar os R$ 10 bilhões roubados da Petrobras. Enquanto isso, o governo anuncia cortes orçamentários até na educação. Qual é o preço do financiamento? Quais são as cláusulas que podem comprometer a nossa soberania? Não se sabe, e a oposição nada cobra, apesar de existir sentença em ação civil pública determinando que o BNDES preste informações sobre os financiamentos.
; Carlos Frederico,
Asa Norte


Rebeliões

Os meios de comunicação têm mostrado que, em todas as rebeliões de presos, existem duas denúncias absolutamente iguais: a superlotação dos cárceres e a violação dos direitos fundamentais. A crise constitui antigo problema penal e penitenciário, com acentuado aspecto exclusivamente de gestão e vontade política. Ela é determinada, basicamente, pela falta de estruturas humanas e materiais. O presidiário é, na maioria das vezes, um ser carente, oriundo dos descaminhos da vida pregressa e um usuário da massa falida do sistema. As rebeliões carcerárias, há muito tempo, deixaram de ser problema localizado, no interior dos muros, para assumirem proporção de temor comunitário quando se multiplicam as vítimas dos sequestros impostos como condição para se efetivar garantias constitucionais e legais. Devemos fomentar sistema de justiça criminal compatível com o exercício democrático do poder em uma sociedade na qual a segurança dos cidadãos e a justiça social constituem princípios condutores da convivência. Cadeia não dá voto.
; Renato Mendes Prestes,
Águas Claras


Paz

Ao ler o artigo ;Chance para a paz; (21/5), me lembrei do jogador da Costa do Marfim radicado na França, Drogba, que fez o país encerrar uma guerra tribal com um jogo de futebol. Pelé também fez algo parecido e a Seleção Brasileira foi ao Haiti para acalmar a turba. É. Futebol e diplomacia têm tudo a ver, e o Brasil já foi muito bom nas duas áreas.
; Silvio Ribas,
Sudoeste


Contrabando

O brasileiro confessa que busca produtos contrabandeados ou piratas devido ao preço das mercadorias originais. Ainda que a exorbitância dos valores cobrados não justifique o cometimento da infração, as empresas e os poderes Executivo e Legislativo deveriam refletir sobre o fato. Há muito cobra-se reforma tributária, que torne mais justa a captação e a distribuição de impostos. Os entes federativos ; União, estados e municípios ; não conseguiram, até agora, construir um projeto harmonioso. A disputa eterna é responsável pela elevada carga tributária que encarece todos os bens disponíveis para consumo. O brasileiro está cansado. Busca na pirataria aliviar o peso dos tributos e, ao mesmo tempo, saciar o desejo de consumo, ainda que seja com genéricos de qualidade duvidosa. Perdem todos: o país, as empresas, o consumidor e o Estado.
; Leonora Lima
Núcleo Bandeirante

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