Sr. Redator

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postado em 01/06/2018 00:00
Centavos

O brasileiro se vende por centavos. Foram 20 centavos por ocasião do aumento dos preços das passagens de ônibus (estão lembrados?) e agora 46 centavos na greve dos caminhoneiros. Pessoas que estavam sendo coagidas por grevistas movidos por interesses sectários defenderam a greve como se ela fosse acabar com a corrupção e as altas mordomias nos Três Podreres, o desgoverno total e a falta de investimento em infraestrutura, educação, saúde etc. Ledo engano. Continuará tudo como dantes no quartel de Abrantes. Da lista interminável de extermináveis podemos citar, entre tantos: dois meses de férias e mais dois recessos no Judiciário; número infinito de assessores para os parlamentares; plano de saúde integral, gratuito e vitalício para senadores e familiares; recesso parlamentar para festa de são-joão, Copa do Mundo, contato com as bases e outras mentiras; uso exagerado dos jatinhos da FAB; altos salários em todas as esferas federais, estaduais e municipais; e mordomias ridículas para ex-presidentes. O movimento que o povo precisa apoiar fortemente é aquele tendente a terminar com todos esses exageros, com a finalidade de agilizar a Justiça e canalizar os recursos financeiros para atividades mais nobres. Com o fim de todas as mordomias, com certeza, até os impostos poderiam ser reduzidos, para o benefícios de todos.
Marcus A. Minervino, Lago Sul


Desperdício

A greve dos caminhoneiros chama a atenção de todos para a raiz de todos os problemas: a alta carga tributária que pagamos, a corrupção e a má administração desses recursos. Uma praga que atinge os governos federal, estadual e a maioria dos municipais. Há 20 anos pagavamos menos de 30% do PIB em impostos. Hoje chega a quase 50% E a culpa não é de um só governo. No governo FHC, não houve corte de despesas e foram criadas a Cide, Cofins, CPMF e vários outros impostos. No governo petista, antes contrário a esses impostos, quase voltou a CPMF e a farra de gastos levou o país a um deficit anual de quase R$ 200 bilhões. São 100 mil cargos de confiança. Salários que ultrapassam em muito o teto consticucional e nada é feito para frear essa farra. Cerca de R$ 2 bilhões são gastos em diárias e viagens internacionais. Mais de R$ 2 bilhões com o indecente auxílio-moradia. Um Congresso inútil que gasta R$ 8 bilhões por ano. Aparelhamento do Estado que levou nos últimos 13 anos na criação de mais 14 estatais. E quem paga essa orgia de gastos? Nós que temos que acordar e dar um basta. No DF pagamos a mais altar carga de impostos do país, e nada funciona
Hélio Silva Campos, Asa Sul


Saúde

Independentemente do mérito da paralisação dos petroleiros, o Governo do Distrito Federal tem que fingir que está trabalhando. Suspendeu o atendimento nos Centros de Saúde em geral, mandando que os funcionários se apresentem no Hospital Regional da Asa Norte (Hram), sem saberem o que vão fazer, gastando gasolina e paciência e deixando os centros às moscas. Tentativa de colocar o povo contra os petroleiros pelo não atendimento?
Elizio Nilo Caliman, Lago Norte


Greve

O Judiciário bem que tentou acabar com a greve dos caminhoneiros na base da canetada, mas se deu mal. Logo ele que está proibindo toda e qualquer greve de trabalhadores, tiveram que engolir a paralisação .Quando foi para defender o famigerado auxílio-moradia, os juízes também quiseram parar, mas quando se trata do direito (e do dinheiro dos outros trabalhadores) eles vão logo metendo a caneta, proibindo e aplicando multas. Agora eles descobriram a força que algumas categorias de trabalhadores tem !
Washington luiz Souza Costa, Samambaia


Barulho

Paga-se caro para ter o privilégio de morar no Sudoeste, bairro nobre de Brasília. No entanto, o GDF cede ou aluga, frequentemente, o espaço em frente ao bairro no Parque da Cidade para eventos musicais que não respeitam a lei do silêncio. As noites nos fins de semana tornaram-se um inferno. No último fim de semana e na quarta-feira (30/4). passaram de meia-noite. Tremendo desrespeito à lei do silêncio e aos moradores do bairro. Sugiro que o GDF passe esses eventos para um lugar no Parque perto do Setor de Industrias Gráficas. Longe das quadras residenciais.
Lana Cristina Faria da Cunha, Sudoeste

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