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postado em 21/09/2018 00:00



Eleições

A bela reportagem ;Cadê os distritais que estavam aqui? (20/9, pág. 17) tirou o charme da Casa do Espanto. Nada ali ;espanta;mais o contribuinte. O comportamento dos deputados distritais no período eleitoral é a continuidade do que fazem ao longo dos anos. Ganham, mensalmente, uma fortuna e nada produzem de positivo para o Distrito Federal. Alguns se destacam mais do que outros pelas maracutais, pelo número de processos que respondem na Justiça, pelas acusações que acumulam no Ministério Público. Não fossem as peraltices de desviar o dinheiro da saúde, do transporte, da educação,da segurança, enfim, de apodrecer a qualidade de vida na capital da República, eles seriam luzes apagadas. Não servem para nada, a não ser para consumir os recursos que fazem falta em outros setores essenciais aos brasilienses. Quem está à procura de votos deveria se perder definitivamente e nunca mais aparecer.
; Joaquim Honório,
Asa Sul


; É um descalabro: dos 24 distritais, 22 estão faltando ao trabalho para pedir votos em busca de reeleição, continuando a receber seus polpudos salários. Na próxima legislatura, urge a necessidade de reformar a legislação, proibindo a reeleição para cargos eletivos ou, pelo menos, obrigando o parlamentar pré-candidato a renunnciar ao mandato, passando-o para os suplentes, que darão continuidade aos trabalhos legislativos, parados durante meio ano, até que os eleitos e releitos tomem posse. Por ora, que se faça algo para remendar a situação.
; Elizio Nilo Caliman
Lago Norte


; Estamos literalmente perdidos e mal pagos. Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come. Bolsonaro é tosco, destemperado, intolerante e homofóbico. Esfaqueado, agora posa de anjo e professor de boas maneiras. O vice dele, general Mourão, peca por declarações ridículas e patéticas. Haddad, por sua vez, será pau mandado do presidiário Lula. Assim como foi Dilma. Com Lula indultado, é melhor lacrar as portas dos humilhados e desmoralizados tribunais superiores. Toda a corriola petista voltará a ocupar cargos importantes, inclusive os derrotados nas urnas.Todos rindo da nossa cara. Síntese: eleição de Bolsonaro significa facada no coração dos brasileiros e do Brasil. Haddad eleito, a nação será esfaqueada na alma. E cairá de vez no abismo. Oremos.
; Vicente Limongi Netto,
Lago Norte


; Incrível como há pessoas que não têm discernimento. Ao longo dos meus 64 anos pensei que tinha visto tudo. Não. Nestas eleições, o PT está tentando transformar o ex-presidente. Pegar Haddad, que foi um péssimo prefeito na cidade de São Paulo, a ponto de não se reeleger, para transformá-lo em presidente da República, um segundo ;Deus;, é muito. Esse candidato do PT, na ânsia desesperada de transformar o Brasil numa Venezuela está repetindo as mesmas falácias de Lula e Dilma, ao tentar enganar o povo e, principalmente, os simpatizantes da quadrilha do PT. Dizer que estão acabando com Bolsa Família é bravata. Falar que não vai dar indulto ao presidiário Lula é demais. Quer angariar votos. Quem for idiota acredita nessa mentira deslavada. Dezenas de lorotas são ditas sem fundamento por esse candidato. Não sou Mané.
; José Monte Aragão,
Sobradinho

Fome

Alarmante o mapa da fome, no mundo, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). No Brasil, o número é assustador: são mais de 5 milhões de brasileiros que passam mais de um dia sem ter o que comer! Em contrapartida, os avanços tecnológicos e o incremento expressivo na produtividade do agronegócio não corresponderam nessa tão esperada erradicação da fome no Planeta. Observamos que, a partir de 2019, no Brasil, as expectativas são enormes por parte do eleitorado. Novos desafios virão no cenário nacional. O político que vem desenvolvendo projetos de leis, que vão de encontro ao empreendedorismo e à geração de emprego e renda, deve continuar no foco da política do bem, dessa política voltada às novas oportunidades às pessoas no mercado de trabalho. Sempre bom pensarmos na formação de novos profissionais, e, portanto, promover novos cursos aos que conquistaram suas vagas na atual conjuntura. Nas campanhas eleitorais, observamos, ainda, que o político que atua numa preocupação com os menos favorecidos, proporcionando meios de sustentabilidades ao cidadão e sua família vai em boas aceitações rumo às urnas no próximo 7 de outubro. O alimento é um direito básico do homem; a fome é o mal criado pelo acúmulo de riquezas, que transborda do capitalismo; infelizmente!
; Antônio Carlos Sampaio Machado,
Águas Claras




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