DEU NO

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postado em 27/05/2014 00:00
Perda de R$ 28 bilhões com
atraso de seis obras do PAC

Estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado ontem, mostra que o custo do atraso de seis obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), iniciadas há pelo menos quatro anos, chega a R$ 28 bilhões. O cálculo leva em conta as obras do aeroporto de Vitória; o projeto de esgotamento sanitário da bacia do Cocó, em Fortaleza; o projeto de transposição do Rio São Francisco; a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia; o trecho da BR-101 no sul de Santa Catarina; e as linhas de transmissão ligando as hidrelétricas do Rio Madeira ao Sistema Interligado Nacional. Segundo o levantamento, somente o atraso da obra de transposição do Rio São Francisco causa um prejuízo de R$ 16,7 bilhões. A CNI não detalha, no entanto, como foi feito o cálculo do prejuízo gerado por cada uma das obras, e informa que entregará o relatório aos candidatos à Presidência da República.

Feirão da Caixa: mais 11,72%
de negócios fechados nesta edição

A 10; edição do Feirão Caixa da Casa Própria terminou no fim de semana com resultado 11,72% superior ao de 2013. Foram fechados R$ 15,6 bilhões em negócios, nas 13 cidades onde ocorreu, segundo informou ontem a Caixa Econômica Federal. De acordo com o banco, o evento recebeu a visita de 434.417 mil pessoas nos municípios participantes ; São Paulo, Campinas (SP), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Uberlândia (MG), Brasília, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Belém, Fortaleza, Recife e Salvador. A novidade deste ano foi a oportunidade de contratar o financiamento imobiliário e optar por pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015. Para aquecer ainda mais as vendas, a Caixa manteve essa opção de desembolso para contratos fechados até 31 de julho, para quem vai financiar com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

CMN: aposentadoria de brasileiro
poderá ser paga na Argentina

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, ontem, resolução que permite o envio e recebimento de aposentadorias e pensões entre Brasil e Argentina por meio do Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML) ; operado diretamente entre os bancos centrais dos países. Com isso, brasileiros que vivem na Argentina poderão receber os recursos diretamente em moeda local, sem fazer operações de câmbio, informou o Banco Central (BC). Da mesma forma, argentinos que vivem no Brasil receberão os valores em reais. Em operação desde 2008, o SML permitia, até o momento, apenas os pagamentos de operações de comércio de bens, assim como de serviços e despesas a elas relacionados. Pelo sistema, importadores e exportadores brasileiros e argentinos realizam pagamentos e recebimentos em suas respectivas moedas. O valor de pagamentos por ano, informou o BC brasileiro, é de R$ 2 bilhões.



Balança

US$ 1,13 bilhão

Redução das vendas externas e aumento
das
compras no exterior fizeram com que
o comércio internacional brasileiro fechasse
a semana com deficit, invertendo a curva
de maio que estava positiva



Verba do BNDES para projetos na
Amazônia atinge R$ 24,5 bilhões

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a Região Amazônica cresceu oito vezes, para R$ 24,5 bilhões, entre 2005 e 2013, segundo Luciano Coutinho, presidente da instituição. O número de operações de crédito do banco na região chegou a 112 mil no ano passado. Além de recursos alocados em projetos de mineração e hidrelétrica, Coutinho chama a atenção à verba destinada à saúde e à educação por meio de parceria com os estados. De acordo com ele, o Cartão BNDES, instrumento de concessão de crédito a micro e pequenas empresas, já foi emitido em 95% dos municípios da região e movimentou R$ 1 bilhão em transações entre 2008 e 2013.

Bancos serão autuados por
demora no atendimento em SP

O longo tempo de espera para os clientes e a ausência de atendimento preferencial farão com que o Procon-SP autue 29 agências de quatro bancos na capital paulista. Em maio, a equipe de fiscalização do órgão de defesa do consumidor monitorou 83 agências que tinham reclamações registradas. Para avaliar o atendimento, o órgão se baseou em compromisso firmado com instituições financeiras e com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) de que o usuário pode esperar, no máximo, por 20 minutos em dias normais e 30 minutos em dias de pico. As agências mal avaliadas são do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander. De acordo com o Procon, foi registrada demora de mais de uma hora para os dois atendimentos em uma agência. Segundo o órgão, os bancos responderão a processo administrativo, e as multas poderão variar entre R$ 494 e R$ 7.416 546,55.


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