PROMESSAS E ESPETADAS

PROMESSAS E ESPETADAS

postado em 30/09/2014 00:00
CORRELIGIONÁRIOS
Eu não me sinto traído em hipótese nenhuma. Eu acho que aquela frase ;diga-me com quem andas e eu direi quem és; é fundamental. Hoje, nós temos (ao nosso lado) o presidente nacional do PPS e o candidato a vice-governador (Adão Cândido), um sociólogo de extrema experiência em nível da academia e dos partidos. Não temos dúvida de que essa construção com o PPS é pragmática, objetiva, clara e transparente para o eleitor. Nós, aqui, não fizemos acordo com partidos para ter mais tempo de televisão. Faço o que é melhor para nossa cidade. Por isso, estamos tranquilos em relação ao PPS.

ARRUDA
A cidade ainda é bastante dividida entre vermelhos e azuis. Nós estávamos no campo que é praticamente o azul, e lá, o Arruda tinha domínio com quase 40% dos eleitores. Tanto é que, quando ele saiu, a eleição começou do zero. Foi justamente aí que nós começamos a crescer. Não tenho nenhuma dúvida de que, com Arruda fora, Pitiman passa a ter espaço no campo azul. Mostraremos na urna, no próximo domingo, que nós estaremos no segundo turno.

APOIOS
Não estamos pensando nisso. Se 55% dos eleitores ainda não têm candidatos, automaticamente, o que vai acontecer esta semana? Vamos pautar a eleição de domingo. Sábado e domingo, estive em vários pontos do DF e senti a aproximação das pessoas. Estaremos no segundo turno e não vale a pena fazer qualquer outro prognóstico para os outros. Nós estaremos lá. Tenho certeza de que será contra um dos vermelhos. Provavelmente ficará entre Agnelo e Rollemberg.

CARREIRA POLÍTICA
A grande dificuldade que tive no início da campanha é que não sou político profissional. Não venho de uma carreira política, a qual ex-governadores estão nas minhas costas dizendo o que eu vou fazer e tenho que fazer. O fato de ter dificuldade de ser pouco conhecido foi vencido nos programas eleitorais, e as pessoas demonstram um conhecimento com nossas propostas. Hoje, tenho certeza de que quem está em casa também quer mudar a política. Toda aquela indignação do ano passado, quando foram às ruas por não estarem satisfeitas com aqueles profissionais da política que estavam dirigindo o Brasil e o DF, poderá ser demonstrada com voto silencioso. Aquele voto que vem do coração e da mudança.

SECRETARIA DE OBRAS
Fui secretário de Obras de janeiro a julho de 2011. Assumi a secretaria antes do mandato de candidato federal porque as obras estavam todas paradas no DF e era eu que tinha sido presidente da Novacap. Conhecia exatamente como estavam aquelas obras. Cumpri meu papel e passei a ver que o modelo adotado pela política do PT não era o modelo correto. Começamos a ver que o estádio deveria ser de 72 mil cadeiras e que não estavam priorizando as áreas carentes do DF, como Sol Nascente, Pôr do Sol, Arapoanga, Mestre D;Armas, Morro da Cruz, e vários outros locais que precisavam da presença do governo. Me pareceu que aquele novo caminho era mais um velho caminho. E aí não dava certo. São raros os políticos que saem do governo no sexto mês. Muitos preferem ficar os 48 meses. Eu não. Minha consciência e responsabilidade me permitiram que eu saísse.

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