A nova jogada de Carlos Wizard e Ronaldo Fenômeno

A nova jogada de Carlos Wizard e Ronaldo Fenômeno

Amauri Segalla
postado em 19/02/2018 00:00
 (foto: Rodrigo Gini/EM/D.A Press %u2013 27/11/11
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(foto: Rodrigo Gini/EM/D.A Press %u2013 27/11/11 )

O empresário Carlos Wizard Martins, dono da rede de alimentos saudáveis Mundo Verde e das cadeias de fast-food KFC, Pizza Hut e Taco Bell, entre muitos outros negócios, aposta agora no futebol. Sócio de Marcus Buaiz e de Ronaldo Fenômeno na rede de escolas de futebol Ronaldo Academy, Wizard estabeleceu uma jogada ambiciosa: dobrar o número de unidades da rede até o fim do ano. No momento, são 100 franquias vendidas no Brasil, China, Colômbia, Estados Unidos e México e um total de 4,4 mil alunos matriculados. Se a meta for cumprida, a Ronaldo Academy se tornará a maior rede de treinamento infantil de futebol do mundo. Assim como Wizard, o ex-camisa 9 da Seleção tem múltiplos investimentos. Entre outros negócios, Ronaldo é dono do braço brasileiro da agência de marketing esportivo e entretenimento Octagon, que gerencia a carreira de atletas como Gabriel Jesus, da Seleção e do Manchester City.

Azul Cargo cresce no vácuo dos Correios
Os problemas enfrentados pelos Correios estão abrindo caminho para a entrada de empresas privadas no negócio de encomendas. É o caso da Azul Cargo Express, que inaugurou seis terminais de logística pelo Brasil desde o início do ano. Foram três novos endereços em São Paulo e outros no Amazonas, Bahia e Paraná. Com as aberturas, a unidade de cargas da Azul envia artigos para 3,2 mil municípios brasileiros.

Mesmo em crise, Apple lidera indústria de smartphones
A Apple continua dando as cartas no mercado de smartphones. Segundo dados do último trimestre de 2017 compilados pela consultoria Strategy Analytics, a empresa da maçã concentra 51% da indústria global de celulares. Dos US$ 120 bilhões movimentados pelo setor, US$ 61,4 bilhões ficaram com a empresa americana. A Apple avançou em meio a problemas com bugs e possível interrupção na fabricação de seu mais recente modelo, o iPhone X.

CIA e FBI contra os chineses
As chinesas Huawei e ZTE, duas das maiores fabricantes de equipamentos de telecomunicações do mundo, inclusive celulares, enfrentam uma cruzada nos Estados Unidos. Em relatório divulgado nos últimos dias, a CIA e o FBI pediram aos americanos para não comprarem celulares das marcas. A alegação é de que essas empresas poderão se apropriar de informações pessoais dos usuários e colocar a segurança deles em risco. Para especialistas, o motivo é outro: o avanço dos chineses ameaça rivais americanos.

Rapidinhas
  • Os custos jurídicos crescentes, inclusive no Brasil, engordaram o prejuízo de US$ 4,5 bilhões da Uber no ano passado, alta de 60% em relação a 2016. A empresa de capital fechado não comenta seus resultados, mas analistas garantem que a gigante de transporte enfrenta uma enxurrada de processos.
  • No Brasil, motoristas do aplicativo entraram na Justiça para solicitar vínculo empregatício. Nos Estados Unidos, ações coletivas pedem reparação pelo vazamento de dados dos usuários. Em apenas um caso, a Uber teve que pagar US$ 245 milhões para se livrar da acusação de se apropriar de segredos comerciais.
  • Uma das mais tradicionais empresas brasileiras do ramo moveleiro, a catarinense Butzke está investindo em produtos infantis para equilibrar suas receitas. A meta é que a nova divisão de negócios, chamada de Alpina, represente 50% das vendas em 10 anos.
  • A Unica nega que seja contrária a carros elétricos, conforme publicado pela coluna. A entidade mandou a seguinte nota: ;A Unica mantém um produtivo diálogo com o setor automotivo. Do lado dos motores elétricos, tem apoiado o lançamento do modelo híbrido flex e o desenvolvimento do projeto de carro elétrico a cédula de combustível. A entidade não é contra a eletrificação de automóveis e menos ainda tem objetivos de frear seu avanço no país.;


"Esta eleição será a mais importante desde a redemocratização. O país atravessa um oceano de dificuldades e com uma escolha infeliz o Brasil continuará sangrando;
Alvaro Dias, senador e candidato à Presidência da República pelo Podemos

8,3%
foi quanto cresceu o setor portuário brasileiro em 2017 ante o ano anterior, com um total de 1,086 bilhão de cargas movimentadas. Os números mostram uma retomada vigorosa dos portos privados (721,6 milhões de toneladas transportadas) e públicos (364,5 milhões de toneladas)


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