Entre os com piores taxas no mundo

Entre os com piores taxas no mundo

postado em 01/12/2018 00:00
O incremento da atividade no país de 1,3% no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado não foi suficiente para melhorar a posição mundial no Brasil. O resultado divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mantém o país entre os com menor taxa de crescimento. O país ficou em 39; lugar, segundo levantamento da Austin Rating junto a 43 economias que já divulgaram os respectivos PIBs. Apenas Rússia, Alemanha, Noruega e Itália, ficaram atrás do Brasil, com alta de 1,3%, 1,2%, 1,1% e 0,8%, respectivamente.

O ranking da Austin é liderado pela Índia, que divulgou hoje alta de 7,1% no PIB do terceiro trimestre. A China, em segundo lugar, teve expansão no PIB no período de 6,5%, seguido das Filipinas, com alta de 6,1%. Estados Unidos, que tiveram 3%, ficaram em 14; lugar. A nação latino-americana melhor colocada foi o Chile, com alta no PIB trimestral de 2,8%, na 19; colocação. Logo após, em 20; lugar, veio o México, que registrou expansão de 2,6%. O Peru, com alta de 2,3%, ficou em 29;.

Argentina e Venezuela, que atravessam forte crise financeira, não divulgaram os resultados ainda, lembrou o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. Ele considerou a alta de 0,8% do PIB brasileiro no terceiro trimestre na comparação com os três meses anteriores muito boa, apesar da expectativa de que houvesse uma expansão maior, de 1,1%, na margem. ;Esse resultado consolida a nossa projeção de 1,3% para a expansão do PIB neste ano e pavimenta o crescimento de 3% para 2019;, afirmou.

Pelas projeções da Austin, o Brasil terá o pior crescimento entre os Brics em 2018, 1,6%. Em 2019, o país pode voltar a crescer mais do que a Rússia, 2,5% ante 1,7%. A Índia pode sustentar a alta taxa de crescimento, com projeção de alta de 7,2% e 7,4%, em 2018 e 2019, respectivamente.

A média de crescimento nos 44 países pesquisados no período entre julho e setembro de 2018 foi de 2,8%. Na Zona do Euro, a média ficou em 1,7% e os Estados Unidos registraram crescimento de 3%. (RH

39;
Lugar que o Brasil ocupa no ranking de crescimento mundial, entre as 43 nações que já divulgaram o PIB do terceiro trimestre, segundo a Austin Rating

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