Sr. Redator

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postado em 15/10/2018 00:00
2013
Às vezes, olho para aquele ano de 2013 com olhar de saudosimo e com um sentimento de que era o momento de termos feito alguma mudança. Tudo começou por R$ 0,20 a mais nas passagens e culminou na saída de uma presidente e prisão de outro. Claro que não foi bem assim, mas foi quase. Porém, acredito que tudo tenha ocorrido tardiamente. Aquele era o ano para tudo ter ocorrido. O gigante se levantou, fez uma gracinha e deitou-se novamente eternamente em berço esplêndido. Fico imaginando se teremos outra oportunidade como aquela, mas acho bem difícil. Nosso povo está desunido e cansado. Precisaríamos de uma injeção de ânimo para lutarmos pela política e pelo bem-estar social. Não estou desanimado, mas acho difícil os brasileiros se unirem novamente. Mas, quem sabe?
Janaína Borges, Gama

Natal
Estamos em meio a uma briga política, mas tem gente que superou tudo isso e entrou no clima natalino. Quem dá uma voltinha pela Feira dos Importados ou pelo Taguacenter corre o risco de abraçar o papai noel. Está tudo pronto, bem capaz de passar um peru, tender ou chester assadinho a qualquer momento. Bacana as pessoas entrarem em um espirito assim tão cedo, mas será que é isso mesmo? Acho que o comércio gosta realmente dessa data e vê que, ao cativar o coração das pessoas com decorações tão lindas, mexem com o sentimento do cidadão e o leva a gastar uma graninha com uma decoração para dezembro. Eu não caio nessa. Quando chegarmos ao fim de novembro, tiro meu pinheirinho empoeirado vindo ainda da casa dos meus pais quando eles se separaram e monto. Fim de papo e Feliz Natal (já pode dizer isso?).
Cecília Souto, Taguatinga

Cadê o Agnelo?
Não é uma pergunta política nem nada pessoal, mas cadê o ex-governador? Uma última notícia que tive dele foi sobre o fato de ele estar com parceria nessas empresas de vendas de produtos para o lar via internet. Lembro-me de ele ter ido para um ministério ou secretaria ligado à saúde pelo fato de ele ser médico, mas também não o encontrei pelos hospitais do DF. Também, felizmente, não fiquei muito doente nesses quatro anos. Porém, quem não se intriga com isso? O camarada foi ministro, deputado e governador, depois sumiu completamente. Muitos políticos aparecem somente a cada quatro anos, mas esse senhor sumiu de vez. Fica aí meu pedido, quem souber de Agnelo Queiroz avise.
Suely Dantas, Águas Claras

Alô
Ultimamente, tenho recebido tantas ligações com DDD de outros estados. O curioso é que atendo e ninguém responde. Alguns conhecidos dizem ser de presídios, e outros afirmam ser cobrança. Bom, para ambos os casos digo: ;não tenho dinheiro;. Se o pessoal da cadeia vai ligar e mandar um ;sequestrei sua filha; ou a rapaziada do cartão de crédito vai dizer ;estarei encaminhando o boleto;, eu lamento. Não vai rolar por agora. Não vou ter como retribuir a ligação da maneira desejada. Seja como for, peço um favor, podem até ligar, mas diga alguma coisa. Um ;bom-dia; estaria de ótimo tamanho.
Alex Corrêa, Taguatinga

Futebol
Eu queria saber quem disse que toda quarta-feira precisa ter futebol. Eu, por exemplo, gosto de vôlei. Não tem como colocar numa quinta? Enfim, na verdade, nem é esse o caso. Sei que somos donos do controle remoto e temos autonomia para mudar de canal quando bem entendermos ou desligar o aparelho. A questão, porém, diz respeito ao fato de mostrar esses jogos toda bendita quarta-feira e sempre ter gente para assistir. Como eu disse, não sou um dos mais apaixonados por futebol, mas entendo o fato de sermos uma nação de boleiros. Porém, com as tevês por assinaturas, canais de internet, em que a pessoa pode escolher a programação que mais lhe agrada e vários outros meios, colocar essas partidas na tevê aberta ainda dá público? Tem realmente bastante gente assistindo, religiosamente, a todas as partidas de futebol nas quartas-feiras? A resposta deve ser sim, pelo fato de todo meio de semana tudo começar e terminar mais cedo, pois o povo quer ver a bola rolar.
João Alberto de Souza, Águas Claras

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