Armas dos sobreviventes

Armas dos sobreviventes

Apenas oito das 32 seleções inscritas resistem na disputa da Copa do Mundo. Confira os duelos das quartas de final e uma análise das características de cada time, incluindo aqueles jogadores que, mesmo sem serem os astros, fazem a diferença em suas equipes

RODRIGO ANTONELLI VÍTOR DE MORAES
postado em 02/07/2014 00:00

Tão esperado pelo torcedor, o Mundial vai concluindo etapas e chegando ao fim. Com o término das oitavas de final, a Copa da Fifa mandou embora para casa mais oito seleções ; ontem, foi a vez de Suíça e Bélgica darem adeus ao torneio. Por outro lado, boas surpresas apareceram no decorrer da competição. Uma delas foi a desacreditada Costa Rica, que passou em primeiro lugar naquele que ficou conhecido como o grupo da morte, completado pelas campeãs mundiais Itália, Inglaterra e Uruguai. Foi a primeira vez que o país centro-americano, forte no desarme, chegou às quartas.
O Brasil também ficará marcado como o país onde Messi, finalmente, provou ser um jogador de seleção. ;La Pulga;, com a ajuda do trio Di María, Higuaín e Lavezzi, tem feito jus à camisa 10. Mas quem salvou os portenhos e levou os argentinos às quartas foi Di María, autor de gol na prorrogação.

O desequilíbrio emocional da Seleção Brasileira, a superação argelina para levar a forte Alemanha até a prorrogação e um James Rodriguez em grande forma também marcaram os confrontos das oitavas.
Outra singularidade da etapa que se encerrou foi a quantidade de empates nos jogos: cinco. Nunca houve tantas prorrogações na segunda fase da competição desde que se estabeleceu o atual formado da disputa, em 1986. Além disso, é a primeira vez que os oito elencos mais bem colocados na fase de grupos chegam às quartas de final.
Com os quatro duelos das quartas de final definidos, o Correio faz uma avaliação dos próximos confrontos. Confira as principais armas, as fragilidades e outras características de cada uma das oito equipes que sobrevivem na luta pela taça mais cobiçada do mundo.

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