Grita geral

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postado em 08/09/2014 00:00

UNB
TUDO ESCURO


A estudante de farmácia Simone Pereira, 27 anos, reclama da falta de iluminação na Universidade de Brasília. Segundo a leitora, que estuda à noite, os estacionamentos que dão acesso ao BSA e à Faculdade de Saúde estão sem às escuras. Ainda de acordo com Simone, o índice de roubos é muito grande. Alunos como ela, que usam o transporte público são obrigados a fazer o percurso sem nenhuma iluminação até a parada. A leitora afirma que os postes existem ao longo do trajeto, porém as luzes não funcionam.

; A afirmação ;a UnB está totalmente às escuras; não procede. Basta caminhar pela universidade para verificar isso. De fato, existem locais cuja iluminação é deficiente. Existem estacionamentos provisórios que foram criados porque muitas pessoas da comunidade estavam estacionando de qualquer jeito ao longo das vias, impedindo a circulação de ônibus e colocando em risco os pedestre. O estacionamento do BSA-Sul é um destes. Enquanto estacionamento provisório, ele realmente não conta com urbanização e nem com sistema de iluminação. No entanto, existem outros estacionamentos próximos que reúnem todas as condições de pavimentação, demarcação de vagas, iluminação etc. As estatísticas mostram que, proporcionalmente a comunidade que frequenta o Câmpus Darcy Ribeiro diariamente, o número de roubos e assaltos não é grande como citado na manifestação. Isso não quer dizer que a administração da UnB está satisfeita com a situação. Muito pelo contrário. Há cerca de dois meses entrou em operação o novo esquema de segurança da UnB, que conta com rondas realizadas por viaturas e motocicletas.


Secretaria de Transporte
FALTA DE RESPEITO AO USUÁRIO

A leitora Valéria Pereira reclama do transporte público do Distrito Federal, especificamente da Linha 108.8m que faz o percurso Rodoviária do Plano Piloto/Rodoviária Interestadual. Segundo a leitora, os ônibus passam na terceira faixa e não param nas nos pontos. Segundo ela, motoristas que viram o rosto para o lado, ignorando os usuários. Valéria conta que ela e outros passageiros se arriscam no meio da rua para sinalizar a fim de que os motoristas parem nos pontos obrigatórios. A leitora mora no Setor O e usava o transporte público para vir até o hospital. Em uma ocasião, quando estava sozinha na parada, o motorista fingiu que não a viu e passou direto. Ela desceu na Estação Asa Sul e pegou outro ônibus, mas foram 40 minutos de espera.

; A Secretaria de Transportes informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a fiscalização atua de acordo com a demanda das reclamações da sociedade e caso seja verificado qualquer motorista que não esteja parando para embarque e/ou desembarque quando solicitado ele será autuado.



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