Na trama o jogo

Na trama o jogo

postado em 23/07/2015 00:00

;Na prática, é bem, como dizem no filme, nessa coisa de aprender a jogar: ;Finge que é um cara (que tá representado no jogo) e que não quer morrer, de jeito nenhum;. Nos anos 80, não dava para o jogador parar e salvar o jogo, para seguir avançando nos níveis das disputas. Antigamente, tudo se perdia na hora;, comenta a professora de dança Yanne Bruno, outra espectadora que aprovou Pixels.

Expert em jogos como Resident Evil e Deus da guerra, Yanne é das jogadoras do século 21, já adepta da diversão em computadores. Jogos de arcade (comumente, mais usados em âmbito profissional), porém, não deixaram de frequentar suas telas, entre os quais Space invaders e Pack-Man (um dos destaques de Pixels). Mesmo com tanta gana de se distrair com os efeitos do longa-metragem, Yanne foi surpreendida pela presença cênica de Adam Sandler. ;Achei a comédia bem solta, e Sandler tem este humor que não é calculado. Gosto do carisma dele, do jeitão dele: faz a piada, mas fica sério;, observa. Entre os personagens irreais, geridos pelos efeitos visuais, Q*bert (presente também em Detona Ralph) foi dos que seduziu Yanne.

O filme mexeu com lembranças de Yanne, estimulada para vitória nos games, pela ação da avó Celina, empresária aposentada e jogadora exigente. Depois de conferir a fita, Yanne arriscou decifrar o maior atrativo para as crianças: ;A criançada deve se envolver, no filme, pelo colorido que está nas telas;.



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