Mais esportivo

Mais esportivo

postado em 05/07/2018 00:00
 (foto: Fotos: Audi/Divulgação)
(foto: Fotos: Audi/Divulgação)


Por se tratar de uma nova geração, o A1 foi completamente revitalizado. Para não dizer que tudo foi modificado, o teto em preto e as argolas do símbolo da marca permanecem iguais, de resto, tudo novo. Na dianteira, a clássica grade está mais retilínea, com ângulos agudos e sem a borda cromada. Abaixo da borda do capô, que conta com vincos bem marcados, há três fendas planas ; uma homenagem ao Sport quattro, ícone de rally da montadora na década de 1980. Os faróis estão ainda mais modernos, com a luz de circulação diurna em LED no formato de uma seta. No geral, as linhas estão bem mais esportivas.

A traseira segue a tendência do resto da carroceria, com modificações profundas, principalmente no para-choque e nas lanternas, que estão mais afiladas e são em LED. O exterior foi bastante alterado, mas não se compara com o que foi feito no interior. A cabine foi reformulada, o desenho dos bancos e do volante são novo. A tela da central multimídia (que finalmente passa a ser touchscreen) deixou a parte de cima do painel e foi para a frente, encaixando perfeitamente com os detalhes em black piano e em carbono do acabamento.

Os controles do ar-condicionado seguem o estilo dos irmãos maiores e as saídas de ar passam a ser quadradas. Além disso, todos os controles e do sistema de comunicação são voltados para o motorista, fortalecendo o lado cockpit do interior. De todas as novidades, a maior é o painel de instrumentos digital e personalizável. Pela primeira vez, o pequeno recebe o item. E todas as versões contarão com o equipamento, mesmo as de entrada.


Turbinado

Não é de hoje que a Audi foca em motores com turbocompressor e para o A1 não é diferente. O supercompacto contará com diversas opções, mas a montadora não definiu quais equiparão as versões brasileiras. Para a segunda geração, ele conta desde propulsores 1.0 de 96 cavalos a 2.0 de 202 cavalos. Pelo porte premium, é muito difícil que ele receba a opção de mil litros por aqui. E, como os atuais modelos contam com o 1.4 e o 1.8, podemos esperar que a configuração de entrada seja equipada pelo 1.4 de 150 cavalos e a topo pelo dois litros.

No que remete à transmissão, são duas opções, ambas automatizadas de dupla embreagem, uma de seis e outra de sete velocidades. A primeira equipa o topo de linha com o motor 2.0 e a segunda estará presente nas demais versões. O pequeno contará com pacotes que alteram as configurações de motor e suspensão. A de entrada, que não deve vir para o Brasil, conta com o pacote ;Base; que inclui suspensão esportiva, pinças de freio vermelhas e discos de freio maiores. As demais, são equipadas com o ;Performance;, que também inclui pinças vermelhas e discos maiores, além de suspensão com amortecedores ajustáveis, abafador esportivo e o sistema Audi drive select.


Seguro

Como as demais linhas da Audi, o A1 vem com diversos itens com foco na segurança. Ele conta com piloto automático adaptativo, alerta e auxiliar de permanência em faixa, o Pre Sense (por meio de um sensor de radar, o veículo reconhece situações críticas envolvendo outros carros, pedestres ou ciclistas à frente, mesmo quando a visibilidade é baixa, e avisa o motorista por meio de um sinal acústico e visual), auxiliar de frenagem, câmara de marcha (pela primeira vez), sensor de estacionamento e park assist para vagas frontais, traseiras e laterais.

Além da central multimídia touchscreen de 10,1 polegadas, o A1 conta com o sistema MMI Navigation Plus com conectividade com smartphones (Apple CarPlay e Android Auto), bluetooth e duas portas USB. Na parte da comodidade, o pequeno ainda conta com ar-condicionado digital e dual zone, abertura e partida sem a chave, direção elétrica e a cereja do bolo, o Audi Virtual Cockpit.



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