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postado em 04/12/2019 00:00
Educação

O ministro da Educação errou. O Brasil não está em último lugar no Pisa. Mas isso não altera a triste realidade da educação no país. A qualidade do ensino segue de mau a pior. As chances de vir a melhorar são muito remotas, considerando o pensamento que hoje orienta as políticas públicas, inundadas por uma ideologia teocrática, conservadora e distanciada do século 21. Acredito que se trata de algo bem pensado, pois uma população bem instruída não daria brechas para que o país fosse conduzido com está sendo, de forma discricionária, onde negros e pobres sigam sendo alvo preferencial da perversidade do poder público.
; Ana Lúcia Martins,
Asa Sul

Violência

Nove jovens foram mortos pela ação letal da polícia paulista, em Paraisópolis. Não à toa o governo batalha fortemente para que o Congresso aprove o excludente de ilicitude que, de foma transversa, estabelece a pena capital no país ; mais uma demonstração de alinhamento com os Estados Unidos, onde a pena de morte ainda prevalece na maioria das unidades federativas daquele país. Os jovens pobres da periferia foram, na prática, trucidados, seja pelos policiais, seja por outros jovens que, diante do pânico instalado pelos agentes de segurança, não sabiam como escapar da truculência do inimigo. O excludente de ilicitude, se vigente, tornaria normal a ação policial. Mas a mesma polícia não age de igual maneira nas raves do bacanas, onde drogas caras estão quase sempre presentes. É muito mais fácil trucidar pobres, que promovem festas como única opção de lazer, pois não têm recursos financeiros para buscar diversão em outros locais. Temer o futuro deste país não é alucinação, mas consciência de uma realidade cada dia pior para os que mais necessitam de políticas públicas voltadas para o social, para o bem-estar dos cidadãos, para uma sociedade com menos ou nenhuma desigualdade e sem tanta violência. Diante da tragédia ocorrida em São Paulo, nenhuma voz do governo federal foi ouvida, nem mesmo do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Lamentável.
; Adriano Freitas,
Sudoeste


Araruta

Em referência à reportagem (1;/12) sobre alimentos nutracêuticos que agem como antioxidantes, acrescento à lista a araruta. Nativa do Brasil, tem efeitos extraordinários na nutrição e prevenção e tratamento de vários distúrbios, especialmente os relacionados ao sistema digestivo. O amido é de fácil assimilação, indicada para idosos e crianças, assim como convalescentes, além de uso normal por atletas e pessoas saudáveis, pois é fonte de energia de boa qualidade, altamente disponível. Seu cultivo ficou quase esquecido, mas recentemente tem sido incentivado por universidades, centros de pesquisa, Embrapa e Emater, em vários estados, visando voltar a fazer parte do hábito dos brasileiros. Precaver-se com as oferecidas a baixo custo, pois em geral são misturadas com fécula de mandioca, de qualidade inferior.
; Humberto Pellizzaro,
Asa Norte

Saúde

A Associação dos Servidores do Tribunal Superior Eleitoral solicita esclarecer o que são as ações preventivas de saúde realizadas no ambiente laboral, veiculadas na reportagem ;TSE, um resort; (24/11). Informamos que o TSE realiza ações de prevenção de doenças e de promoção da saúde de seus servidores, em total observância aos critérios técnicos e legais pertinentes, promovendo redução de incontinência, casos cirúrgicos, uso de medicamentos e outros custos em saúde. Nesse sentido, foi realizada uma palestra nas dependências deste Tribunal, com duração de uma hora e participação de 16 mulheres, ministrada por uma fisioterapeuta que é servidora do TSE, especialista em fisioterapia aplicada à uroginecologia, obstetrícia e aspectos de mastologia. Ao contrário do que se afirmou, não se trata de programação alheia às atividades desenvolvidas no TSE, pois a incontinência urinária é condição de saúde crônica que pode comprometer as funções físicas, sociais, mentais e a qualidade de vida dos servidores, além de acarretar altos custos, caracterizando-se como um problema de saúde pública. Estatísticas indicam que a incontinência urinária atinge de 40% a 60% da população feminina. Levar à população a falsa crença de que as ações de prevenção tem finalidade recreativa é promover a desinformação, algo a ser combatido por todos, pois leva a crer que a prevenção em saúde seria supérflua ou desnecessária no contexto laboral. A mencionada palestra, portanto, nada tem com o aspecto lúdico e pejorativo veiculado neste importante veículo de comunicação, impondo-se, nesta quadra, o esclarecimento que ora se apresenta.
; Associação dos Servidores do Tribunal Superior Eleitoral (Assertse)

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