Sr. Redator

Sr. Redator

Cartas ao Sr. Redator devem ter no máximo 10 linhas e incluir nome e endereço completo, fotocópia de identidade e telefone para contato. E-mail: sredat.df@dabr.com.br

postado em 14/02/2018 00:00
Negreiros
Fui um privilegiado ao fazer parte de uma jovem equipe de jornalistas que se iniciava na profissão na década 1970, em um matutino de BSB(JBr). Lá estavam talentos como Valdimir Diniz, Carlos Zarur, Heitor Tepedino, Carlos Henrique, José Humberto Neto, Mariângela Hamu, Silvestre Gorgulho, Helival Rios, entre outros, e o nosso saudoso José Negreiros. Éramos jovens repletos de ideias criando um novo jornal. E esse fogaréu de criatividade inerente à juventude, transformava juntamente com o tilintar das maquinas de escrever, a redação do jornal numa deliciosa ensurdecedora de vozes, às vezes, incompreensíveis. E esse fantástico e alegre ambiente do passado, hoje inexistente, recentemente descrito em uma extraordinária crônica de autoria do jornalista Severino Francisco, encontrava o jovem jornalista José Negreiros. Com o seu sorriso sereno e com a sua inteligência impar sendo um humilde e especial aglutinador, sabia como poucos fazer uma filtragem das ideias que borbulhavam aos bordões dos iniciantes jornalistas. Permita-me, jornalista José Negreiros, por você ter sido uma pessoa extraordinária, homenageá-lo ao transferir para você uma parte do seu texto quando da passagem para outra vida do poeta e jornalista Valdmir Diniz, publicado no jornal Correio Braziliense, em 21 /12/86, e atualizá-lo com a data triste de hoje (ontem). ;... Até 12/3/2018, eu era uma pessoa feliz não acreditava na morte, agora, para me consolar, eu não acredito mais é em José Negreiros. Eu acho que nunca existiu. Era uma pessoa tirada da nossa ficção.;
; Domingos Sabino Diniz,
Lago Norte


;
Fiquei muito triste com o falecimento do Jose Negreiros. Fomos colegas de ginásio no colégio Marista, em São Luís do Maranhão, em 1967. Naquela época, ele já demonstrava o talento que tinha para o jornalismo, ao entrevistar os colegas de escola e ao imitar no palco do colégio os humoristas de então. É um momento de pesar para seus amigos e de irreparável perda para o jornalismo brasileiro.
; António Gomes,
Lago Norte


Estatais

Finalmente prevaleceu o bom senso e a ética e foram afastados alguns dirigentes da Caixa. Ainda é pouco. Mas pode ser o início. Foram apenas quatro dos 16 vices-presidentes da Caixa todos indicados por partidos políticos. Uma sopa de letrinhas que tem até suspeito indicado pelo PSDB. Para que 16 vices e 40 diretores na Caixa? Não seria o caso de afastar todos e reestruturar essa orgia na cupula da Caisa? Os cargos devem ser ocupados, tanto na Caixa quanto no BB e em todas as estatais por funcionários de carreira ou técnicos sem qualquer indicação e vinculação partidária. Sr. Presidente, faça inclusive o que o partido do homem mais honesto não fez. Acabe com as indicações políticas nas estatais! Ainda é tempo de optar pelo caminho da moralidade, da ética e da causa pública. Esperamos que o MP, que também se beneficiam desses altos salarios e auxilios, não se omita. Afinal, a moralização tem que começar dentro de casa! Que se cortem cargos e mordomias nas estatais e nos seus fundos de pensão, acabem as nomeações políticas, que se moralize de vez esse país, tão rico, mas tão podre!
; Elcio Silva Santos,
Asa Norte


Oswaldo Cruz

Em 1904, Oswaldo Cruz criou a imunização preventiva para conter um surto de varíola, sendo, então, muito criticado pela população, muito revoltada, o que culminou com a criação da Liga contra a Vacinação Obrigatória. Em 1908, uma nova epidemia de varíola levou a população espontaneamente aos postos de vacinação e, assim, o Brasil, finalmente, reconhecia o valor do sanitarista. No combate à febre amarela, implantou medidas sanitárias, iniciando com 85 homens, os famosos mata-mosquitos, com o emblema de uma cruz nos bonés. Em 1909, lançou importantes expedições científicas no interior do país, erradicando a febre amarela no Pará, e realizando campanhas de saneamento da Amazônia. Morreu em 11/2/1917, aos 44 anos.
; Adonias Filho
Planaltina







Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação