Alertas falsos de bomba

Alertas falsos de bomba

postado em 10/06/2015 00:00
 (foto: Saul Loeb/AFP)
(foto: Saul Loeb/AFP)


Duas denúncias falsas, em Washington, fizeram a polícia desocupar a sala de imprensa da Casa Branca e partes do Capitólio, o prédio do Congresso norte-americano. Segundo autoridades, os episódios ocorreram com poucas horas de intervalo, e uma investigação estava em curso para determinar se os incidentes tinham alguma relação entre si. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, estava no Salão Oval no momento em que agentes entraram no prédio, mas não precisou ser transferido, informou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest. A primeira-dama, Michele, e as duas filhas do casal, Malia e Sasha, também estavam na parte residencial da Casa Branca e não foram ameaçadas.

Uma denúncia de bomba contra a área reservada aos jornalistas foi feita por telefone à Polícia Metropolitana de Washington, que entrou em contato com o Serviço Secreto. Os oficiais explicaram que as áreas dedicadas à imprensa foram o foco da preocupação e as únicas esvaziadas para uma busca detalhada. Repórteres que aguardavam uma coletiva de imprensa, reunião que ocorre diariamente com o representante da presidência, foram escoltados para fora do edifício, enquanto oficiais do Serviço Secreto e cães farejadores do esquadrão antibomba faziam uma varredura na Casa Branca. ;Tenho completa confiança no profissionalismo dos homens e mulheres do Serviço Secreto para que julguem o que é necessário para nos manter salvos;, disse Earnest, após a sala de imprensa ser liberada.

A denúncia causou apreensão. Imagens da presidência foram transmitidas ao vivo pela televisão, mostrando o momento em que os jornalistas foram conduzidos para fora da sala. Em seguida, um adestrador e um cão farejador começaram a inspecionar todas as fileiras de assentos. Nenhum objeto foi encontrado no local.

Senado

Mais cedo, parlamentares e repórteres precisaram liberar parte do Senado, em resposta a uma denúncia feita à polícia do Capitólio. Um assessor citado pela TV CNN disse que o alerta descreveu um pacote deixado no Comitê para Segurança Nacional, no terceiro andar do Edifício Dirksen. Agentes foram ao local e investigaram o objeto, antes de descartar suspeitas de bomba.

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