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postado em 01/06/2017 00:00
Pedrinho é um dos
advogados de Aécio


Raptado ainda recém-nascido da maternidade do Hospital Santa Lúcia e encontrado 16 anos depois em Goiânia, Pedro Júnior Rosalino Braule Pinto é um dos advogados de defesa do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), citado em delação da JBS. Formado em direito pelo Centro Universitário de Basília (UniCeub), Pedro está com 31 anos e trabalha em um dos mais famosos e caros escritórios de advocacia de Brasília. Pedrinho, como ficou conhecido em todo o país, mora na Asa Norte, é casado com uma jovem baiana e tem um filho, João Pedro, 4 anos. Já os pais biológicos dele, Jayro Tapajós e Maria Aparecida Braule Pinto, continuam morando na mesma casa, no Lago Norte. Além de Pedrinho, fazem parte do time de defensores de Aécio Neves um ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), um ex-procurador-geral da República, um ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e um renomado criminalista. Prestam serviços jurídicos a Aécio Carlos Veloso, Aristides Junqueira, José Eduardo Alckmin e Alberto Zacharias Toron, entre outros.


Pizzolato consegue progressão
para o regime semiaberto


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso concedeu ontem progressão para o regime semiaberto ao ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, em 2013. Ele está preso na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Na decisão, Barroso aplicou a Lei de Execução Penal e entendeu que o condenado cumpriu os dias necessários para progredir para o regime mais brando. Pizzolato começou a cumprir a pena em regime fechado em 2015 e passou a ter direito ao benefício em junho do ano passado. Ele, que tem cidadania italiana, foi extraditado pelo governo da Itália em outubro de 2015. Em agosto de 2012, acabou condenado pelo Supremo por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no julgamento da Ação Penal 470. Para evitar ser preso, fugiu para a Itália com o passaporte falso com o nome de um irmão morto. Em 5 de fevereiro de 2014, Pizzolato foi preso na cidade italiana de Maranello por porte de documento falso.


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