Coberturas desde a casa até o celular

Coberturas desde a casa até o celular

postado em 25/06/2017 00:00

É possível fazer seguro para diversos tipos de patrimônio, da residência ao celular. O Brasil possui 68 milhões de domicílios, mas, apenas 13% cobertos por seguro residencial, de acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). A cobertura garante ressarcimento em caso de incêndio, roubo, danos elétricos e outros acidentes. Há casos de pagamentos para serviços do cotidiano, como encanador, assistência técnica de aparelhos domésticos e chaveiro. Vitor Hernandez, um dos idealizadores do site Jornada do Dinheiro, acredita que é uma garantia para quem é mais precavido. ;Os acontecimentos com imóvel são mais raros, mas pode ser interessante;, afirma.


O contador Jorge Marques, 50 anos, prefere se prevenir e pagar um seguro residencial mensalmente do que ter que gastar uma fortuna com possíveis problemas. ;É bom, caso tenha um incêndio ou tenha que consertar algo na parte elétrica. Imóvel é um patrimônio muito caro para estar sujeito a imprevistos;, destaca.


O Centro-Oeste teve crescimento de 25% no volume de contratos de seguro residencial entre 2015 e 2016, para 694 mil, segundo a FenSeg. No Distrito Federal, o índice de penetração dessas apólices é de 31% dos imóveis.


No caso de carros, o seguro é essencial para evitar perder de uma hora para outra um bem valioso. Isso serve para o prejuízo do proprietário e para o de terceiros. Pessoas que trabalham com máquinas fotográficas, filmadoras, notebooks ou ferramentas médicas podem fazer um seguro mesmo se o valor do patrimônio for pequeno.


Mas é preciso cuidado com os seguros de aparelhos celulares. O Correio fez simulações e constatou que a média mensal é de R$ 45, mas o preço pode chegar a quase R$ 1 mil por ano para celulares top de linha. ;Não vale a pena. O melhor caminho é tomar cuidado e proteger o telefone. Seguro é muito caro e o celular desvaloriza com o tempo. Depois de seis meses, o smartphone vale menos que a metade do valor inicial;, orienta Reinaldo Domingos, criador do blog Dinheiro à Vista. (HF)

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