Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 19/05/2019 00:00
Privatização
As privatizações das empresas deficitárias do governo só interessam ao próprio governo, que não encontra pessoas capazes para administrá-las. Lembra dos serviços de telefonia, quando nas mãos do governo, que faltavam os produtos e os serviços no mercado? Era uma fila muito grande para conseguir uma linha telefônica. Tinha até ações a serem comercializadas. Quando uma empresa privada assume tais instituições, é sempre visando lucro financeiro. E quem vai pagar esta conta é o consumidor, da mesma forma que em outras desestatizações. Os usuários desses importantes serviços se submetem aos preços praticados pela extrema necessidade destes bens e/ou atividades, e não se dá conta de que o maior prejudicado é ele mesmo, aceitando pela melhora no serviço prestado. Sem contar o pagamento de cerca de 40% dos salários com os detestáveis impostos. Quem vai defender esses eleitores que pagam por esstes serviços?
; João Coelho Vítola,
Asa Norte


Munição
Depois da infeliz declaração ;idiotas úteis;, criando abismos com estudantes e professores, Bolsonaro larga seus afazeres para trocar farpas com Lula, no Twitter. Inacreditável. O próprio presidente dando munição para o presidiário Lula sair do anonimato e montar palanque. Festa nos arraias petistas.
; Vicente Limongi Netto,
Lago Norte


Tsunami
Terá sido uma fake news a mensagem, divulgada pelo Twitter, em que o presidente da República admite que para governar o país é preciso fazer conchavo com o Congresso? Ninguém duvida que isso seja verdade. O mensalão, a Lava-Jato e outras operações policiais mostraram que os congressistas são afeitos a um bom negócio em troca de votos. Mas quando isso é dito pelo presidente da República, o entendimento muda de figura. É o presidente acusando o Congresso de corrupção. É o presidente se sentindo acuado pela pressão dos parlamentares, com os quais teria que conversar e convencer para ter os projetos do governo aprovados. E os parlamentares que não são corruptos, como ficam diante de uma declaração generalista? Sentir-se-ão ofendidos, a ponto de virar as costas para as proposições do Executivo? Não é preciso ter expertise na análise política para se antever que a semana que vem um tsunami poderá atingire balançar a Praça dos Três Poderes, como vaticinou o próprio presidente dias atrás.
; Mário Henrique Duarte,
Park Way


Chuvas
O país está derretendo, especialmente o Rio de Janeiro. Este ano tem sido catástrofes na vida do carioca. As chuvas estão desmoronando a cidade. As tragédias de anos anteriores se repetem. À medida que o noticiário avança, ninguém precisa de muito esforço para concluir que os desabamentos decorrem do relaxamento do Estado de garantir manutenção nos próprios públicos. As vítimas se tornam um detalhe, sem a menor importância. Na sexta-feira, foram patéticas as declarações do prefeito Marcelo Crivella de que não havia como prever o que ocorre no Túnel Rebouças. O prédio de apartamentos que desabou recentemente e matou mais de 20 pessoas fora construído sob o olhar negligente do poder pública, uma vez que a obra era irregular. As autoridades viram a obra crescer e nada fizeram. No Distrito Federal, os condomínios irregulares também brotaram da mesma forma, num processo de alimentação da grilagem de terra. Os infratores apostam na cultura do fato consumado e a vida que segue entre lágrimas, dores e prejuízo para o bolso do contribuinte. E a vida segue com o solene ;danem-se; das autoridades.
; José Ricardo de Almeida,
Jardim Botânico


Bônus
O Ministério da Economia paga todos os anos, bônus bilionários aos servidores da Receita Federal, que têm salários altíssimos. Estes bônus são pagos mesmo o país atravessando uma crise econômica grave, com o desemprego sempre crescendo. Isso é um absurdo e demonstra que o governo joga o dinheiro arrecadado na lata do lixo e depois inventa de fazer cortes no orçamento da educação. Por que não cortam esses pagamentos de bônus? O Tribunal de Contas da União deveria proibir isso e mostrar que é um órgão atuante no controle dos gastos públicos.
; Washington Luiz Souza Costa,
Samambaia

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