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postado em 01/02/2016 00:00

Despertar
Responsável direta e indiretamente pelos feitos e malfeitos na economia, na política e nas ações sociais há mais de uma década, Lula insiste em profetizar assuntos que empobrecem, atormentam e maltratam os inúmeros setores econômicos e da política nacional. Acomete-me a sensação de tristeza e impotência ao ler e ouvi-lo na mídia quando diz que ;a sociedade precisa acordar; (CB, 21/01). Nesse sentido, vale recordar o saudoso dr. Leonel Brizola que, nas suas andanças como candidato a vice na chapa de Lula, dizia: ;esse moço bebe muito destilado;. Agora, com a vida econômica e financeira à altura dos marajás, que soberanamente roubam da nação, deveria sim, recolher-se da vida pública, o que permitiria que os órgãos de investigações cumprissem suas missões. Com isso, evitaria que o país explodisse numa convulsão social, que só serve para manter o megalomaníaco sonho de implantar o bolivarianismo à brasileira, que servirá para preservar o seu daninho partido e asseclas no poder. Até quando homens e mulheres brasileiros vão permitir que esses experimentos prosperem?
; Amilton Figueiredo,
Asa Sul


Lula
A cada dia cresce a decepção com o PT. Mais e mais integrantes da cúpula do partido são envolvidos em falcatruas, destrinchadas pelas investigações da Operação Lava-Jato. Nem o ex-presidente escapa da avalanche que os inquéritos provocaram no país. Intrigante perceber que Lula é o alvo de todas as fases das apurações. Até então, ele era convocado para esclarecer, como testemunha. Agora, é chamado, com a mulher, na condição de investigado. Lembro, porém, que no início do inquérito, vários outros partidos foram mencionados e celebridades também citadas. Por que até agora nenhuma dessas figuras foi chamada? Todos os delatores só apontam o dedo para o PT, embora alguns expoentes de legendas tão grandes quanto o PT estejam envolvidas em outros processos de desvios de dinheiro público, principalmente no campo da saúde. Alguma coisa acontece nos subterrâneos da República que impede ou é impedida de vir à tona por meio da grande mídia.
; Hélio Santos Gomes,
Asa Sul


Cortes
Quem julga normal o corte de R$ 133 milhões no orçamento da Polícia Federal supõe, certamente, que é corretíssimo desviar dinheiro da merenda escolar e de outros itens que, precariamente, ajudam o pobre a sobreviver. Esses cortadores de verbas deixam claro, salvo melhor juízo, que o objetivo é dificultar o trabalho digno que está sendo respeitado por toda a população, menos a classe dos corruptos. Como a resposta, o voto consciente.
; Benedito Pereira da Costa,
Asa Norte


Entorno
O Entorno hoje vive uma situação praticamente esquecida pelo governo de Goiás. Ante a precariedade, quem sofre as consequências são os brasilienses. A falta de investimentos do governo goiano na área de segurança pública, saúde pública, transportes, e nas demais políticas públicas sempre recai sobre a capital brasiliense. Além de tudo, tem a situação dos empregos e da arrecadação de impostos. A maioria de pessoas moradoras dos municípios vizinhos se desloca para Brasília em busca de emprego ou de outras atividades remuneradas, trabalha, ganha salário e retorna após o encerramento das atividades para as cidades de origens. Grande parte da remuneração fica nos comércios locais gerando impostos para as suas cidades, e Brasília perde na arrecadação. Hoje vivemos um momento de crise. No DF, não é diferente. São muitos problemas para administrar e faltam recursos financeiros ao governo para melhorar as precariedades principalmente na área da saúde pública.
; Evanildo Sales Santos,
Gama

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